Fev 2021
18
Ricardo Frizera
MUNDO BUSINESS

porRicardo Frizera

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Ricardo Frizera
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porRicardo Frizera

Cenário pós-pandemia

Os poréns da telemedicina — e os caminhos para solucioná-los

Em especial, é preciso questionar de que forma será possível garantir esse alto padrão de segurança e ética na operacionalização da saúde digital.

É que o exercício da telemedicina deverá seguir os mesmos padrões éticos e normativos da modalidade tradicional. Nesse sentido, os atendimentos deverão ser pautados na confidencialidade.

Em tempos de implementação da Lei Geral de Proteção de Dados, plenamente aplicável à área da saúde, é sabido que para oferecer um serviço de ponta, será necessário, inicialmente, garantir a segurança do armazenamento e da transmissão dos dados dos pacientes.

Neste aspecto, alguns estabelecimentos de saúde já saíram na frente e investiram em políticas de compliance.

Em resumo, para o cenário pós-pandemia, cremos que a telemedicina poderá se consagrar como uma tendência irreversível, que impulsionará o sistema de saúde para a direção da eficiência e da democratização do seu acesso.

Para isso, além de uma nova regulamentação pós-pandemia, capaz de trazer segurança jurídica para os profissionais de saúde que pretendam oferecer seus serviços de forma remota, será igualmente necessário estabelecer também regras rígidas que garantam a segurança dos dados de seus usuários.

Por fim, é relevante ressaltar que a decisão pela regulamentação do exercício da telemedicina em seu formato mais abrangente em breve estará nas mãos do Conselho Federal de Medicina.

Ao final da crise sanitária, caberá ao CFM sacramentar o avanço do processo de iluminismo trazido pela utilização ampla da telemedicina, ou, na contramão de uma tendência global, determinar o retorno do Brasil ao patamar medieval anteriormente vigente, gerando lastimáveis perdas dos investimentos feitos em saúde digital durante a crise sanitária.

"Telemedicina é aposta para tornar serviços mais eficientes", aponta Lucca Sodré

Em um país de dimensões continentais como o Brasil, a adoção de uma estratégia inteligente para reduzir custos e distâncias se mostrou imprescindível para propiciar uma melhor performance do setor de saúde durante a crise sanitária. Nesse contexto, planos de saúde de grande porte, como a Prevent Sênior, a Sulamérica e a Amil, investiram em aplicativos próprios para o desenvolvimento dessa modalidade entre os seus conveniados.

O cenário aponta que esse movimento pode transformar o mercado de maneira permanente, tendo em vista que a prática digital tem cada dia mais ganhado a confiança de médicos e pacientes. Essa é a grande aposta do setor.

Inclusive, pesquisa realizada em 2020 pela Associação Paulista de Medicina revelou que 90% (noventa por cento) dos médicos acredita que as novas tecnologias digitais, que possuam alto padrão de segurança e ética, podem ajudar a melhorar a saúde da população.

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As informações/opiniões aqui escritas são de cunho pessoal e não necessariamente refletem os posicionamentos do Folha Vitória

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