Maio 2024
8
Ricardo Frizera
MUNDO BUSINESS

porRicardo Frizera

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Evento terá participação dos governadores do ES e PR e do CEO da Suzano

O Brazilian Regional Markets – Nova York terá painéis com diversas abordagens, como oportunidades de investimentos regionais, cases de empreendedorismo, mercado de tecnologia, comércio exterior e energia e saneamento. O encontro ocorrerá durante a Brazil Week, semana que concentra diversos eventos de empresas e organizações brasileiras em Nova York.

O evento terá falas de Ratinho Júnior, governador do Paraná, Renato Casagrande, governador do Espírito Santo, Fernando Cinelli, presidente da Apex Partners, Juliano Custódio, fundador da EQI Investimentos, Walter Schalka, CEO da Suzano e Marcel Malczewski, CEO da TM3 Capital.

Também são nomes confirmados, Alfredo de Goeye, CEO da Sertrading, Juan Alves, vice-presidente da Seacrest Petróleo, Gilmar Oliveira, CEO do Grupo Gazin, Allan Costa, CEO da ISH Tecnologia, Tallis Gomes, fundador do G4 Educação, James Guerreiro, CEO da Brametal, Marcio Correia, sócio da JGP e Alfredo Khouri, sócio da Catuaí Asset.

Completam a lista Munir Abud, presidente da Cesan, Renato Lacerda, CEO do Invest Santa Catarina, Adriano Silva, prefeito de Joinville (SC), Fabrício Oliveira, prefeito de Balneário Camboriú (SC), Mário Hildebrandt, prefeito de Blumenau (SC), Geraldo Denardi, sócio da Videplast, Artur Ribas, fundador da Kiwify, Rafael Silva, diretor da Teltec e Bernardo Miranda, sócio da Falconi.

Considerando a importância do Rio Grande do Sul como mercado regional brasileiro, o evento terá uma fala especial do ex-deputado estadual do Rio Grande do Sul, Fábio Ostermann, que trará sua visão sobre os desafios da reconstrução do estado, que está sendo afetado por uma enchente histórica.

Uma comitiva de empresários capixabas e membros do Conecta Folha Business estará presente no evento para ampliar a rede de relacionamento com os mercados globais e buscar novas possibilidades de negócios no exterior.

“Este evento destaca claramente para um público altamente qualificado as oportunidades que o Espírito Santo oferece em diferentes setores da nossa economia. Para as cooperativas, a possibilidade de novos negócios é especialmente atrativa, abrangendo áreas como cooperativismo agrícola, de transportes, de energia renovável e, futuramente, de turismo. Estamos aqui para abrir portas e fomentar negócios”, afirma Carlos André Santos Oliveira, o Carlão, diretor-executivo do Sistema OCB/ES, que representa as cooperativas capixabas.

As oportunidades de conexão com o mercado americano também estão na mira das empresas capixabas de tecnologia. “A participação no Brazilian Regional Markets evento é essencial para fortalecer nossa conexão com o ecossistema. Planejamos estabelecer operações no país, focando em outsourcing e produtos digitais, áreas que apresentam significativa demanda e oportunidades”, revela Wallace Lovato, CEO da boutique capixaba de software Globalsys.

“O Brazilian Regional Markets representa uma oportunidade valiosa de explorar novas possibilidades de colaboração e atração de investimentos para o Espírito Santo: de plantas industriais a cadeias produtivas de Inovação, por exemplo”, destaca o diretor de Negócios do Bandes, Marcos Kneip Navarro.

“Participar deste evento em Nova York é uma oportunidade de impulsionar o desenvolvimento dos mercados regionais. Nosso objetivo é ampliar nosso olhar para trazer experiências que sejam proveitosas para nós e para nossos associados. A abordagem de ‘efeito de rede’ que o Brazilian Regional Markets tem, potencializa as oportunidades estratégicas de desenvolvimento de projetos e parcerias com empreendedores de dentro e fora do Brasil”, comenta Alecsandro Casassi, diretor de Operações e Negócios do Sicoob ES.

Por que os mercados regionais brasileiros se destacam?

Em 2023, Espírito Santo, Paraná e Santa Catarina despontaram no cenário econômico com crescimento médio do PIB de 4,2% – enquanto o país cresceu 2,9% -, configurando assim retomadas robustas das suas economias, principalmente em setores que os distinguem. Vistos em conjunto, esses três estados apresentam características comuns que os destacam, especialmente nas suas conexões com mercados nacionais e internacionais. Funcionam como hubs, combinando operações logísticas, comerciais, industriais, de desenvolvimento tecnológico e inovação e agronegócio.

O Espírito Santo é um centro vital para indústrias globais de mineração, siderurgia e celulose, destacando-se como um dos principais produtores de café do mundo. O estado também desempenha um papel crucial como hub logístico no comércio internacional brasileiro, com 11 portos estratégicos. Adicionalmente, ocupa a terceira posição nacional na produção de petróleo e gás. No setor imobiliário, o Espírito Santo é notável, com duas cidades que mais apresentam valorização imobiliária no país.

Por sua vez, o Paraná é um pilar fundamental na produção agrícola do Brasil e contribui significativamente para o abastecimento global. O estado abriga 11 das maiores cooperativas agrícolas do mundo, especializadas em grãos e proteínas, e juntas acumulam uma receita anual superior a R$ 200 bilhões. É o segundo maior produtor de alimentos do país e o líder na produção de madeira. No setor imobiliário, o Paraná se destaca a partir da presença de três das maiores construtoras do país.

Já Santa Catarina é um polo de grandes indústrias e um dos principais centros de tecnologia e inovação. O estado tem duas das cidades com o metro quadrado mais caro do país: Balneário Camboriú (1º), conhecida como a “Dubai Brasileira”, e Itapema (2º) e detém o terceiro maior PIB per capita nacional. No setor do agronegócio, Santa Catarina se destaca especialmente na suinocultura, sendo o maior produtor do Brasil.

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As informações/opiniões aqui escritas são de cunho pessoal e não necessariamente refletem os posicionamentos do Folha Vitória

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