Em matéria publicada no jornal potiguar O POTI (Diário de Natal), reportagem mostra que a gestão pública é vulnerável ao requisito GESTÃO EFICAZ e produtividade. Na verdade, nestes últimos 20 anos de trabalho nesta área podemos dizer que os exemplos ruins superam em muito os bons exemplos e bons resultados na área da gestão pública, em especial, nos municípios.
A carência de educação e capacitação nas áreas vitais do processo de administração e liderança focada em resultados é total. Enquanto a administração privada trabalha com índices de capacitação e treinamento de pessoal acima de 100 horas por pessoa e por ano, no ambiente público este número não chega, muitas vezes, a no máximo 10 horas.
O POTI – TCE quer devolução de R$ 46,9 milhões
Valor é referente às irregularidades detectadas, desde 2010, na administração dos municípios potiguares. fonte: [email protected]

De janeiro de 2010 a julho de 2011, o Tribunal de Contas do Estado (TCE) já ordenou a restituição de R$ 46,9 milhões, utilizados de forma considerada irregular, aos cofres públicos. Foram julgados 1.980 processos nos municípios do estado. Eles culminaram com multas que somam R$ 7 milhões. Os números assustam e podem aumentar. Com o mutirão do TCE para acelerar os processos que tramitam no Tribunal, mais irregularidades deverão ser detectadas.”
Os diagnósticos que temos feitos com foco na GESTÃO ESTRATÉGICA de municípios brasileiros, descartando a questão de “má fé” abordada pelo jornal, nos mostra um quadro extremamente preocupante em termos de competência gerencial para a obtenção de melhores resultados à população.
A saída deste ambiente tumultuado e ineficaz, está na visão e prática de um novo modo de gestão que não irá funcionar sem Educação, capacitação, planejamento, controle e melhorias contínuas no serviço público. O resto é apenas falação, ou seja, o “embromation system”.