
“Estamos na mão do destino como um pássaro na mão de um homem. Às vezes ele nos esquece, olha para outro lugar e nós respiramos. E de repente, ele se lembra de nós, aperta um pouco e nos sufoca”
Montherlant – 1896-1972, A Rainha Morta, Ato I

“Estamos na mão do destino como um pássaro na mão de um homem. Às vezes ele nos esquece, olha para outro lugar e nós respiramos. E de repente, ele se lembra de nós, aperta um pouco e nos sufoca”
Montherlant – 1896-1972, A Rainha Morta, Ato I