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CNI defende acordo comercial mais amplo com o México

Economia

CNI defende acordo comercial mais amplo com o México

Brasília - A Confederação Nacional da Indústria (CNI) elogiou nesta terça-feira, 10, a renovação do acordo automotivo entre Brasil e México e aproveitou para defender "uma negociação ambiciosa que contemple outros setores industriais, podendo chegar a um tratado de livre comércio entre os dois países". A Confederação informou que está fazendo um levantamento e, das 34 associações setoriais já ouvidas, 80% defendem a ampliação do acordo comercial com o México para reduzir tributação de outros produtos.

Em nota divulgada hoje, a CNI classifica o novo acordo automotivo firmado com o México como fundamental para fortalecer a atividade das montadoras brasileiras. Destacou que, além do acordo automotivo, o Brasil possui com o México um Acordo de Complementação Econômica que contempla 793 produtos com tarifa zero para somente 20% deles. Na avaliação da CNI, o fato de já haver um volume de preferências negociadas pode ser a base para a negociação de acordos mais abrangentes. A confederação lembra ainda que a criação de uma área de livre comércio já é prevista em um acordo existente entre México e Mercosul.

"O acordo automotivo é muito importante para fortalecer as relações comerciais entre os dois países. Mas, para a indústria brasileira, este é o momento de dar um salto para ampliar a negociação para outros produtos e com tarifas reduzidas a zero. O México é um parceiro prioritário para o Brasil em função do tamanho e da relevância de seu mercado e do grau de complementaridade com a estrutura produtiva brasileira", afirma, na nota, o diretor de Desenvolvimento Industrial da CNI, Carlos Abijaodi.

Acordo automotivo

Brasil e México renovaram na segunda-feira, 9, o acordo automotivo com a manutenção do sistema de cotas de importação. A cota inicial será de US$ 1,56 bilhão por 12 meses. O que ultrapassar essa cota será taxado com alíquota de 35% de Imposto de Importação. Essa cota será reajustada anualmente em 3% a partir de março de 2016.