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China orienta bancos a manter crédito para projetos de governos locais

Economia

China orienta bancos a manter crédito para projetos de governos locais

Pequim - A China pediu hoje aos bancos do país que não suspendam a concessão de crédito para veículos de financiamento de governos locais em dificuldades, com o argumento de que Pequim poderá usar recursos disponíveis para garantir a conclusão de projetos de infraestrutura.

Em comunicado conjunto, o banco central chinês (PBoC, na sigla em inglês), o regulador do setor bancário e o Ministério de Finanças do país informaram que os fundos poderão ser utilizados para projetos aprovados antes de 21 de setembro de 2014, que já estão sendo implementados.

O comunicado, divulgado no site do governo central chinês, orienta os bancos a não interromper ou reduzir o crédito para projetos aprovados e a oferecer mais apoio financeiro para o setor agrícola, assim como para projetos de construção de moradias de baixo custo e ferrovias urbanas lançados por veículos de financiamento de governos locais.

Os governos locais da China não podem tomar empréstimos diretamente dos bancos e muitas administrações locais criam veículos especiais de financiamento para contornar as restrições. Pequim já revelou que pretende acabar com a capacidade dos veículos de financiamento de levantar capital para governos locais e, em compensação, permitir que tais governos emitam bônus.

Segundo o comunicado, os governos locais poderão usar os recursos disponíveis temporariamente para compensar déficits de capital de projetos lançados por veículos de financiamento. Os fundos para os projetos precisam ser aprovados por legisladores locais e devem ser reembolsados assim que os governos puderem emitir bônus.

Recentemente, Pequim anunciou planos de permitir que governos locais vendam 1 trilhão de yuans (US$ 161 bilhões) em bônus para substituir dívidas existentes, compostas basicamente por crédito de curto prazo tomado a taxas de juros relativamente altas. A ideia é que os bônus tenham vencimento mais longo e ofereçam taxas mais baixas. Fonte: Dow Jones Newswires.