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Cinco de oito grupos aceleram no IPC, diz FGV

Economia

Cinco de oito grupos aceleram no IPC, diz FGV

Rio - As tarifas de eletricidade residencial continuaram perdendo força na primeira prévia do Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) de maio, após terem sido protagonistas da inflação varejista entre março e abril. Com isso, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) desacelerou a 0,47%, contra 0,53% na primeira prévia do índice de abril. A despeito do resultado geral menor, cinco dos oito grupos pesquisados aceleraram na passagem do mês, com pressões vindas de medicamentos e roupas, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV).

Depois de subir 6,46% na primeira prévia do IGP-M de abril, as tarifas de energia avançaram 0,79% na leitura anunciada nesta segunda-feira, 11. Com isso, o grupo Habitação desacelerou de 1,39% para 0,43%, o principal impacto no resultado do IPC.

Também perderam força os grupos Alimentação (0,32% para 0,10%), diante das frutas 5,10% mais baratas; e Despesas Diversas (0,44% para 0,42%), com contribuição do serviço religioso e funerário (1,29% para 0,83%).

Na contramão, os medicamentos em geral avançaram 4,37% na primeira prévia de maio, contra alta de 1,31% em igual leitura de abril, em função do reajuste autorizado pelo governo. Com isso, o grupo Saúde e Cuidados Pessoais avançou a 1,62%, de 1,07% no mês passado, segundo a FGV.

Também aceleraram os grupos Vestuário (-0,65% para 1,31%), Educação, Leitura e Recreação (-0,46% para 0,33%), Transportes (0,19% para 0,22%) e Comunicação (-0,02% para 0,08%). Nestas classes de despesa, destacam-se os itens roupas (-0,44% para 1,82%), passagem aérea (-20,03% para -7,57%), tarifa de ônibus urbano (-0,33% para 0,58%) e pacotes de telefonia fixa e internet (0,34% para 0,69%), respectivamente.

Construção

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) desacelerou a 0,27% na primeira prévia do IGP-M de maio, contra 0,69% na leitura de abril. O resultado foi influenciado tanto pelos Materiais, Equipamentos e Serviços (0,92% para 0,55%) quanto pelo custo da Mão de Obra (0,48% para 0,02%).