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Focus reduz previsão do IGP-M em 2015 de 7,08% para 7,06%

Economia

Focus reduz previsão do IGP-M em 2015 de 7,08% para 7,06%

Brasília - O Relatório de Mercado Focus, divulgado nesta segunda-feira, 18, pelo Banco Central, mostrou um alívio na mediana das projeções para o Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) de 2015, que passou de 7,08% para 7,06% - há um mês a previsão era de 6,74%.

Já no caso do IGP-DI, a estimativa de alta de 7,15% para o encerramento deste ano foi mantida. Quatro semanas atrás, a mediana das previsões estava em 7,00%. Para 2016, a perspectiva de alta de 5,50% segue pela 41ª semana consecutiva tanto para o IGP-M quanto para o IGP-DI.

No caso do IPC-Fipe, que mede a inflação para as famílias de São Paulo, as estimativas para 2015 passaram de 8,12% para 8,17%. Um mês antes, a mediana das projeções do mercado para o IPC era de 7,77%. Para 2016, a previsão para a inflação de São Paulo foi mantida em 5,15% de uma semana para outra - há quatro semanas era de 5,00%.

Preços administrados

De acordo com o relatório do BC, as projeções para a alta dos preços administrados em 2015 voltaram a subir ao passarem de 13,20% para 13,50%. Há um mês, a mediana para esse conjunto de itens estava em 13,00%.

Segundo a ata do Comitê de Política Monetária (Copom) da semana retrasada, porém, a alta dos preços administrados em 2015 será de 11,8%, e não mais de 10,7% como no documento anterior. No caso de 2016, a previsão de elevação de 5,2% desse conjunto de preços foi substituída por uma expansão de 5,3%. Essa previsão para os administrados deste ano leva em conta uma alta de 38,3% na tarifa de energia elétrica, mesma expectativa do ata anterior. No caso de telefonia fixa a previsão da diretoria do BC é de uma queda de 4,1% em 2015, mesmo valor considerado no Copom anterior.

Para formar seu cenário para os preços administrados, o BC informou também que levou em conta hipótese de elevação de 9,8 no preço da gasolina (ante 8% de março) e de alta de 1,9% no preço do botijão de gás (3,2% era a estimativa anterior).

Para 2016, a expectativa no boletim Focus é a de que a pressão para a inflação desse conjunto de itens seja menor. A mediana das estimativas foi mantida em 5,71%. Há quatro semanas estava em 5,60%.