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Mesmo após anúncio de uso de Forças Armadas, em Cuiabá não há demobilização

Economia

Mesmo após anúncio de uso de Forças Armadas, em Cuiabá não há demobilização

Caminhoneiros em Mato Grosso garantiram, logo após o anúncio do uso de forças nacionais para desmobilizar os manifestantes em todo o País, que continuarão parados até que as reivindicações sejam atendidas.

Dizem que não ficaram intimidados. Nesta sexta-feira, Mato Grosso conta, ainda, segundo a PRF, com 28 pontos de bloqueios na rodovias federais 070, 174, 158,364,163 e nas estaduais 358 e 480.

Tribunal de Justiça e Ministério Público não funcionaram depois que os dois órgãos dispensaram os servidores, por falta do combustível em vários postos da cidade.

No abastecimento a Ceasa anunciou que 30% dos boxes estão fechados por falta de produtos. Em Sinop, cerca de 80% dos postos estão sem combustível. A Secretaria de Segurança Pública informou que montou esquema especial para manter a segurança nas cidades mato-grossenses.

Apesar dos prejuízos alegados, diversos segmentos apoiam o movimento dos caminhoneiros. Em Lucas do Rio Verde, a prefeitura, CDL e ACES convocaram o comércio para reforçar o manifesto. Em Sorriso, o comércio fechou nesta tarde, por algumas horas. O Sindicato dos donos dos postos divulgou nota de apoio ao movimento e justifica: "o movimento representa o descontentamento com a insuportável carga tributária imposta e cobrada sobre todos os produtos e serviços".

Já em Salvador, com produtos perecíveis começando a faltar em virtude da corrida de consumidores aos supermercados temendo o desabastecimento, algumas das principais redes supermercadistas estão limitando a aquisição de produtos.

Na rede Walmart é possível a compra de até cinco unidades por produto. Já a rede GBarbosa informou que está limitando a compra a até 10 unidades por cliente. Segundo as empresas, a medida visa assegurar o atendimento a todos que procurarem os supermercados.

E na Serra Gaúcha, no município de Veranópolis, os reflexos da greve dos caminhoneiros já atingiu o setor da saúde. O Hospital Comunitário São Peregrino Lazziozi cancelou as cirurgias eletivas (não urgentes) que estavam marcadas para esta sexta-feira (25). A medida, conforme a instituição, foi necessária devido ao baixo estoque de oxigênio. A reserva do gás, essencial para a realização dos procedimentos cirúrgicos, acaba no domingo.