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Lojistas fazem manifestação pela reabertura de shoppings do ES

CORONAVÍRUS

Economia

Lojistas fazem manifestação pela reabertura de shoppings do ES

A carreata, que foi acompanhada por um carro de som, saiu às 14 horas de um shopping na Praia da Costa, em Vila Velha, em direção ao Palácio Anchieta

Foto: Milena Martins/ TV Vitória

Proprietários de lojas realizaram na tarde desta segunda-feira (25) manifestação pela reabertura dos shoppings no Espírito Santo. Fechados desde o dia 18 de março, conforme determinação do Governo do Estado, como forma de prevenção ao novo coronavírus, o setor busca retomar as atividades após a abertura do comércio de rua e outros setores produtivos nos últimos dias.

A carreata, que foi acompanhada por um carro de som, saiu às 14 horas de um shopping na Praia da Costa, em Vila Velha, em direção ao Palácio Anchieta. Antes de chegar a sede do executivo estadual, eles também passaram pela Assembleia Legislativa do Espírito Santo.

No último dia 18 de maio, representantes da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce) no Espírito Santo entregaram ao Governo do Estado uma proposta de protocolo a ser seguido para que os centros comerciais possam ser reabertos.

Entre as medidas preventivas propostas pelos shoppings estão o funcionamento em horário reduzido, suspensão de eventos, uso obrigatório de máscaras para funcionários, lojistas, consumidores e frequentadores, o aumento da frequência de desinfecção das áreas públicas e o fechamento de áreas para dimensionar o fluxo de pessoas. As praças de alimentação também terão menos assentos e ambos serão posicionados respeitando uma distância segura entre um e outro.

APOIO TÉCNICO

O protocolo conta com o apoio técnico de um dos mais respeitados infectologistas do Brasil, o médico Edimilson Migowski, doutor em doenças infecciosas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e professor da Faculdade de Medicina da mesma universidade desde 1993.

Migowski explica que ficou responsável por dar maior objetividade ao protocolo, incluindo itens essenciais à segurança dos trabalhadores e frequentadores dos shoppings e excluindo outros considerados desnecessários.

"Meu papel foi balizar essas condutas, usando os conhecimentos científicos como base para aprimorar a segurança dos shoppings na contenção e prevenção de doenças infecciosas, entre elas a covid-19. Orientei sobre a distribuição dos pontos onde devem ficar o álcool em gel, a higienização dos dutos de ar condicionado, a distribuição das cadeiras nas praças de alimentação, entre outras medidas", explicou.