Não há como afirmar que houve conduta irregular, diz Raízen sobre investigação

Economia

Não há como afirmar que houve conduta irregular, diz Raízen sobre investigação

Redação Folha Vitória

No que se refere à Operação Margem Controlada, que apura a suspeita de envolvimento de uma das empresas do Grupo Raízen, a Raízen Combustíveis (da marca Shell), em práticas de controle do preço final de combustíveis, a empresa informou que não há como afirmar que houve conduta irregular.

"Até o presente momento, à vista das informações existentes não se pode imputar à RCSA ou aos seus prepostos qualquer conduta irregular. Não há denúncia em face de quaisquer empregados da RCSA, e tampouco foi expedida ordem judicial determinando o bloqueio de bens ou valores de suas contas", diz a empresa, em comunicado.

A companhia lembra que, paralelamente, também em 31 de julho de 2018, foi formulado pedido de denúncia pelo Ministério Público do Distrito Federal, relacionada à Operação Dubai. O processo envolve a Raízen Combustíveis e um funcionário por suspeita de prática concorrencial irregular e conta com um pedido de indisponibilidade de bens e valores no valor de cerca de R$ 120 milhões.

A empresa afirma que está tomando as medidas necessárias para interpor os recursos adequados contra a decisão.

A avaliação da Raízen é de que as alegações não têm respaldo fático e jurídico. Os preços praticados, diz, são definidos pela revenda, sem interferência da distribuidora de combustíveis.

"Não há, até o momento, qualquer decisão definitiva ou impacto relevante nos negócios da

Raízen Combustíveis", finaliza a companhia.