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China deve respeitar sanções contra Coreia do Norte, diz Mnuchin

Economia

China deve respeitar sanções contra Coreia do Norte, diz Mnuchin

São Paulo - O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Steven Mnuchin, afirmou nesta terça-feira que as novas sanções contra a Coreia do Norte, aprovadas ontem pelo Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas, vão continuar em vigor até que o país mude seu comportamento. O regime norte-coreano foi punido mais uma vez por seus testes de mísseis e nucleares. "A guerra econômica funciona com a Coreia do Norte", assegurou Mnuchin, em uma entrevista à rede americana CNBC. A autoridade ainda disse que a China deve cumprir o que foi definido na ONU, ou o Departamento do Tesouro americano imporá sanções contra Pequim.

A China é uma aliada da Coreia do Norte e em geral mostra-se relutante em apoiar sanções contra o país, mas ontem acompanhou a maioria e a punição ao regime de Pyongyang foi aprovada por unanimidade.

Mnuchin também comentou o cenário interno da economia americana. Segundo ele, as fortes tempestades e os furacões que atingiram o país trarão um impacto para o Produto Interno Bruto (PIB). O secretário voltou a defender a aprovação de uma reforma tributária e disse esperar que isso ocorra com apoio bipartidário. Em relação ao desejo do governo do presidente Donald Trump de aprovar uma alíquota corporativa de 15%, Mnuchin admitiu que não sabe se será possível alcançar esse patamar. Ainda assim, disse acreditar que a reforma tributária saia até o fim deste ano. De acordo com ele, Trump avalia a possibilidade de que essa reforma tenha validade retroativa a partir de 1º de janeiro de 2017.

Na entrevista, o secretário disse que Trump ainda quer aprovar uma reforma no setor de saúde, mas que esse não é o foco principal agora. O presidente deve ainda pedir ao Congresso um aumento dos gastos militares em dezembro. Mnuchin disse também estar preocupado com a dívida americana, que passou dos US$ 20 trilhões.

Mnuchin afirmou que a presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), Janet Yellen, é um nome considerado como opção para seguir no comando da instituição. Outros candidatos também são avaliados, de acordo com o secretário. O mandato de Yellen na presidência do Fed termina em fevereiro do próximo ano.

Questionado sobre a debandada de executivos de conselhos consultivos de Trump, em meio a posições polêmicas do presidente, Mnuchin disse apenas que a atitude dos empresários foi, na avaliação dele, inadequada. "Eu, pessoalmente, acho que foi um erro", comentou.