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NY: bolsas fecham em queda à espera de balanços

Economia

NY: bolsas fecham em queda à espera de balanços

Nova York - As bolsas de Nova York fecharam perto das mínimas da sessão, na expectativa pela divulgação dos balanços de diversas empresas nesta semana. Além disso, a forte queda nos preços do petróleo pesaram sobre ações de companhias do setor de energia. O baixo volume de negócios em razão do feriado do Dia de Colombo nos EUA ajudou a ampliar os movimentos dos índices acionários.

O índice S&P 500 recuou 31,39 pontos (1,65%), para 1.874,74 pontos, abaixo da média móvel das últimas 200 sessões. "A média móvel de 200 dias é o que muitas pessoas usam como referência sobre a saúde geral do mercado", afirmou Frank Longman, diretor de estratégias para operação com ações da Brean Capital. Quando um índice cai abaixo desse limite, "tende a deixar as pessoas alertas".

O Dow Jones fechou em 16.321,07 pontos, com queda de 223,03 pontos (-1,35%). O Nasdaq perdeu 62,58 pontos (1,46%), fechando em 4.213,66 pontos.

Os investidores também estão relutantes em fazer grandes apostas antes da divulgação dos balanços das companhias. Eles esperam que os resultados trimestrais tragam números sólidos sobre receita e projeções que confirmem que a economia americana está se recuperando, apesar das preocupações com o crescimento global, afirmaram operadores e estrategistas.

Entre as grandes companhias que vão divulgar balanços nesta semana está o JPMorgan, na terça-feira, a Netflix, na quarta-feira, e o Google, na quinta-feira.

As companhias de energia estiveram entre as que mais caíram em Nova York nesta sessão, depois que os contratos de petróleo Brent, referência internacional, recuaram para a mínima em quatro anos. Alguns exportadores de petróleo indicaram que vão manter os atuais níveis de produção, mesmo que o preço da commodity caia.

Ações de companhias de energia no S&P 500 caíram 2,3%. EOG Resources recuou 5,6% e QEP Energy declinou 8,3%.

No início do dia, as bolsas chegaram a subir após o presidente do Federal Reserve de Chicago, Charles Evans, afirmar em discurso que uma subida prematura da taxa de juros é o "maior risco" à economia dos EUA. No fim de semana, Evans fez uma declaração parecida, assim como Stanley Fischer, vice-presidente do Fed.

Apesar de os juros baixos serem, em princípio, positivos para as bolsas, as duas autoridades destacaram a preocupação com a economia global. Tanto Evans quanto Fischer afirmaram que o banco central norte-americano deveria manter os juros baixos por mais tempo por causa do baixo crescimento da economia global e dos dados de inflação e emprego nos EUA ainda longe do ideal. Fonte: Dow Jones Newswires.