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Opções indicam que investidor não vê contágio de plebiscito italiano na Europa

Economia

Opções indicam que investidor não vê contágio de plebiscito italiano na Europa

Milão - Observadores de mercado têm voltado suas atenções para a Itália nos últimos dias, à medida em que se aproxima o plebiscito sobre uma mudança na Constituição do país, e que pode trazer volatilidade aos mercados.

Marcado para 4 de dezembro, a votação decidirá sobre a validade de mudanças constitucionais propostas pelo governo de Matteo Renzi. O primeiro-ministro avisou que deixa o cargo caso sua proposta seja recusada, o que fez subir as especulações sobre como o país e a zona do euro irá reagir em caso de derrota eleitoral.

Apesar do burburinho e do recente histórico de "reveses", como o Brexit e a eleição de Donald Trump nos Estados Unidos, operadores de opções não estão posicionados para choques nos mercados que ultrapassem o território nacional.

Em antecipação ao plebiscito o índice de volatilidade implícita em 30 dias das ações italianas subiu na semana passada para 31,3, número maior do que 80% de todas leituras ao longo do último ano, de acordo com dados do Credit Suisse. Em relação ao índice pan-europeu Stoxx 50, no entanto, a mesma recuou na semana passada para 18,9.

A diferença entre as duas medidas, de 13 pontos, é uma das maiores nos últimos dois anos, de acordo com Mandy Xu, estrategista de derivativos de ações do banco suíço.

As duas leituras significam que, embora os operadores estejam se preparando para o que pode sair do plebiscito, eles ainda não se movimentam contar mudanças violentas de preços em outras bolsas europeias.

A divergência entre ambos os barômetros "implica que os mercados veem pouco contágio" da Itália", afirmou Xu.

Por outro lado, a preocupação dos investidores é evidente no movimento dos yields do título de 10 anos do governo italiano. Atualmente, ele se encontra no maior patamar desde o início de 2012. Fonte: Dow Jones Newswires.