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CNI: índice de confiança do empresário industrial interrompe trajetória de queda

Economia

CNI: índice de confiança do empresário industrial interrompe trajetória de queda

Brasília - O índice que mede a confiança do empresário industrial interrompeu em dezembro a trajetória de queda, mas indicou falta de confiança do industrial brasileiro pelo nono mês consecutivo.

O Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei) ficou em 45,2 pontos em dezembro, segundo dados divulgados pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) na manhã desta sexta-feira, 12. Houve um aumento de 0,4 ponto porcentual ante novembro, quando o Icei estava em 44,8 pontos.

Os números vão de 0 a 100. Os valores abaixo de 50 indicam falta de confiança. Apesar de ter representado uma melhora ante o mês anterior, o índice está 9,1 pontos abaixo do registrado em dezembro de 2013.

A CNI atribui a evolução do índice em dezembro a uma melhora nas expectativas, que se tornam menos negativas. Enquanto o índice que mede a confiança em relação às condições atuais caiu de 37,8 pontos em novembro para 37,4 pontos, o índice que mede as expectativas para os próximos seis meses mostrou uma recuperação, passando de 48,2 pontos para 49,2 pontos no mesmo período. Apesar da melhora, o indicador continua a mostrar uma expectativa pessimista, já que está abaixo dos 50 pontos.

"Os componentes do Icei mostram que a falta de confiança do empresário nos últimos meses deveu-se a uma avaliação de piora cada vez mais intensa e disseminada nas condições atuais e expectativas que se tornaram pessimistas nos últimos três meses", informou a entidade.

Na comparação por porte das empresas, os grandes empresários são os menos pessimistas. O índice ficou em 46,3 pontos, o que representa uma alta de 0,9 ponto ante novembro. Os médios empresários apresentaram índice de 44 pontos, 0,3 ponto superior ao de novembro. Os pequenos empresários foram os únicos cujo índice caiu (0,2 ponto) ante novembro e chegou a 44,4 pontos.

Na separação por atividade, a indústria da construção se mostrou a menos pessimista, com 45,9 pontos, seguida da indústria de transformação, com 44,5 pontos. A indústria extrativa ficou em 42,4 pontos neste mês.