Píer 2 do Porto de Tubarão. Foto: Vitor Nogueira
Píer 2 do Porto de Tubarão. Foto: Vitor Nogueira

Há quase 60 anos, a Vale mantém uma presença estratégica no Espírito Santo. Foi a partir da Unidade Tubarão, em Vitória, que a empresa implementou o modelo de integração entre mina, ferrovia e porto – uma estratégia logística que se tornou referência na mineração e segue aplicada até hoje.

A atuação da Vale na região, no entanto, vai além da mineração e da logística. Ao longo das décadas, a empresa tem contribuído para o desenvolvimento econômico, social e ambiental, por meio da geração de empregos, da valorização de fornecedores locais e de investimentos socioculturais.

Entre eles estão iniciativas como o Parque Botânico, o Parque Costeiro e o Museu Vale, além de projetos estruturantes, como a Estação Conhecimento Serra e o Vale Música, e patrocínios culturais e esportivos que fortalecem o acesso à cultura e ao esporte no estado.

Parque Botânico da Vale. Foto: Vale/Divulgação

Foi também no Espírito Santo que a Vale realizou o maior investimento ambiental de sua história: o Plano Diretor Ambiental de Tubarão (PDA).

Com cerca de R$ 5 bilhões investidos ao longo de sete anos, o plano envolveu a implementação de aproximadamente 160 projetos, incluindo novos equipamentos, aprimoramento dos controles ambientais existentes e pesquisas em novas tecnologias.

Como resultado, a empresa alcançou uma redução de 93% nas emissões de poeira em suas operações na Unidade de Tubarão.

Sistema de aspersão das máquinas de pátio da Vale. Foto: Vale/Divulgação

Em linha com a estratégia de liderar a mineração sustentável e compartilhar valor com as comunidades próximas às operações, a Vale também desenvolveu projetos como o Reciclo.

A iniciativa fortaleceu associações de catadores de materiais recicláveis da Grande Vitória, com ações que vão desde a melhoria da estrutura física até orientação em gestão e comercialização, além do incentivo à coleta seletiva em condomínios e empresas.

Vale no Espírito Santo. Foto: Vale/Divulgação

O projeto resultou na assinatura do primeiro contrato de venda coletiva de materiais recicláveis para a indústria, garantindo a compra de PET das associações para a produção de um supressor sustentável, utilizado no controle ambiental da Unidade de Tubarão para evitar a emissão de poeira.

Como parte desse ciclo, a Vale também destina às associações todo o resíduo reciclável gerado na unidade, contribuindo diretamente para o aumento da renda dos catadores e para o fortalecimento da economia circular na região.