Leandro Hassum relembra a morte do pai e desabafa: Descobri que não tinha nenhuma foto com ele

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Leandro Hassum relembra a morte do pai e desabafa: Descobri que não tinha nenhuma foto com ele

O ator aproveitou a data em que se é comemorado o Dia do Abraço e publicou uma montagem com o pai. Na legenda, o ator fez um desabafo emocionante ao relembrar da morte dele

Redação Folha Vitória

Leandro Hassum abriu o coração na última segunda-feira, dia 22. O ator aproveitou a data em que se é comemorado o Dia do Abraço e publicou uma montagem com o pai. Na legenda, o ator fez um desabafo emocionante ao relembrar da morte dele.

Hoje é Dia do Abraço. Tem um abraço que não dou há muuuuuuito tempo. E pelo menos nessa vida não darei mais. Meu pai. Descobri que não tinha nenhuma foto com ele. Achei essa no Face da minha mãe e fiz uma montagem bem tosca. Pai, tivemos nossas diferenças. Mas nos teus braços sempre me senti protegido quando menino e precisei. Tem dias que preciso desse abraço. Te amo. Sempre te amei e sempre vou te amar.

Como você viu aqui no ESTRELANDO, o pai de Hassum era envolvido com tráfico de drogas. Em entrevista à revista Trip em abril de 2015, o humorista comentou sobre como foi a morte dele.

- Sempre tive uma relação boa com meu pai. Não gosto muito de falar desse assunto. O maior respeito que tenho por meu pai foi que, até ele ir preso, ele fez questão de nos preservar. Não sabíamos de nada. Para nós, meu pai era um empresário bem-sucedido que de repente... Eu tinha 21 anos. Visitei meu pai na cadeia. Tivemos discordâncias de convívio e me afastei. No final da vida, estávamos juntos, ele em casa, com minha mãe. Estava bem. Sempre teve carinho pela minha mãe, sempre tive respeito por esse homem que meu pai foi. Discordava muitas vezes da forma de ele pensar, como ele discordava da minha. Não éramos próximos, mas respeitava muito. Tive uma sensação muito louca quando ele morreu, e até hoje tenho, um cara tão forte, dono de uma verdade dele, que até hoje é difícil de acreditar. Sofreu um infarto em casa, uma semana antes de eu operar. Morreu uma semana depois. Sentiu dores e achava que era dor de estômago. Tive de ligar para ele para convencê-lo a procurar o médico. Quando chegou lá, não o deixaram sair. Estava infartado. Tinha 74 anos. O problema do meu pai era o cigarro, era sedentário.