Em entrevista, Buddy Valastro adianta detalhes do reality 'Batalha dos Confeiteiros'

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Em entrevista, Buddy Valastro adianta detalhes do reality 'Batalha dos Confeiteiros'

Sob direção de Carla Barros, o programa “Batalha dos Confeiteiros Brasil” será exibido às quartas-feiras na Record, a partir do dia 30, às 22h15

Em entrevista à Record, Buddy falou sobre a Batalha dos Confeiteiros Foto: R7

Um dos realities mais aguardados do momento, 'Batalha dos Confeiteiros', estreia no próximo dia 30. O programa, um formato da Discovery Networks e produzido pela Endemol Shine Brasil, será comandado por Buddy Valastro, mundialmente conhecido como o Cake Boss.

Sob direção de Carla Barros, o programa “Batalha dos Confeiteiros Brasil” será exibido às quartas-feiras na Record, a partir do dia 30, às 22h15, com reapresentação no canal Discovery Home & Health, às terças, a partir de 6 de outubro, 19h30.

Na atração, 14 participantes de diversas regiões do Brasil disputam a chance de comandar a primeira filial brasileira da Carlos’s Bakery. Trata-se do primeiro estabelecimento de Buddy Valastro, que atrai milhares de clientes nos Estados Unidos, no exterior.

Em entrevista à Record, o apresentador adiantou alguns detalhes sobre a competição. Confira:

Quais as suas expectativas em relação ao “Batalha dos Confeiteiros Brasil”?
As expectativas são as melhores possíveis. Em todos os episódios do “Batalha dos Confeiteiros Brasil”, é possível perceber e comprovar o talento dos participantes brasileiros. Além disso, eles demonstram ter uma paixão muito grande pelo trabalho que executam. Vale frisar que no programa eu não estou apenas procurando o melhor confeiteiro, mas também um profissional que tenha capacidade para administrar uma loja minha. Por essa razão, os participantes precisam apresentar uma série de habilidades.

Qual a diferença entre os participantes brasileiros e os de outros países? 
Notei nos episódios da versão nacional do “Batalha dos Confeiteiros Brasil” que os participantes são movidos à emoção, mais do que os profissionais que participam dos programas norte-americanos, por exemplo. Os brasileiros choram, sorriem, festejam, é muito mais à flor da pele.

Quais as suas impressões em relação aos participantes brasileiros? 
Fiquei muito feliz com os participantes brasileiros no “Batalha dos Confeiteiros”. O nível deles é bem alto, e eles realizaram um excelente trabalho. No Brasil, tive o prazer de comer a melhor sobremesa, mas também a pior delas.

Você fala português? Como é a sua comunicação com os participantes do “Batalha dos Confeiteiros Brasil”?
 
Realmente a língua é uma barreira, mas, como 70% dos participantes do “Batalha dos Confeiteiros Brasil” entende inglês, não há muito problema. Pois é, eu ainda não falo português. Nas gravações, utilizamos um ponto eletrônico e tradução simultânea. Por outro lado, acredito que o participante não precisa entender inglês para entender quando fico contente com um trabalho que ele realizou ou quando fico nervoso ou bravo diante de uma sobremesa malfeita. 

Por que decidiu realizar um programa no Brasil? 
Esta é a terceira vez que vim ao Brasil, e, desde a primeira vez em que estive aqui, em 2014, os fãs brasileiros fazem eu me sentir em casa. Já viajei para dezenas de países, meus programas são exibidos em cerca de 200 países, e a recepção por aqui tem sido bem marcante. O que aconteceu no ano passado, no shopping Eldorado, quando centenas de pessoas foram até lá me ver, nunca tinha visto na vida.

Como vai ser a loja que abrirá no Brasil? Haverá ingredientes brasileiros?

É claro que vou levar em consideração algumas características dos brasileiros na loja que abrirei em São Paulo. Inclusive, o vencedor do “Batalha dos Confeiteiros Brasil” será o administrador dessa loja. Vou pesquisar ingredientes brasileiros para utilizá-los em alguns doces e bolos do local. Fora isso, procurarei criar alguns doces inspirados no Brasil.

Como foi a sua temporada de um mês no Brasil? 
Foi bastante corrida. Gravamos o “Batalha dos Confeiteiros Brasil” em um mês, mas a final vai ser ao vivo, em dezembro. Ao mesmo tempo, deu para conhecer um pouco a cidade de São Paulo. Fui a vários restaurantes e acredito que tenha ganhado algum peso por aqui, pois, em todo o lugar em que as pessoas me reconheciam, elas queriam me dar comida.

O que você conhecia do Brasil antes de vir para cá? 
Eu conhecia aquilo que, eu acho, o mundo todo conhece: futebol, Carnaval, samba, Pelé, Ronaldo, mulheres bonitas, gastronomia.

Que doce e/ou comida mais gostou de comer aqui no Brasil?
Feijoada e bolo de cenoura.

A que você credita todo o seu sucesso? 
Olha, confesso que não sei explicar. Nunca imaginaria que, em 2015, eu estaria no Brasil gravando um reality show e abriria uma loja. Por outro lado, nunca duvidei do trabalho que realizo. Quando decido fazer algo, eu injeto 100% do meu esforço nesta atividade. Fora isso, posso dizer que o alicerce de todo o meu trabalho é a minha família, que, inclusive, trabalha comigo.

Qual o bolo que você mais gostou de fazer? 
O bolo inspirado no Transformers.

Antes de apresentar um reality show, você participou de um programa desse gênero. Como foi essa experiência? 
Acho que toda experiência para aprender algo novo é bem-vinda. Ao participar desse programa, eu não fui vencedor. Mas, foi a partir dessa participação, que alguém da produção me falou que eu era carismático e que poderia me dar bem como apresentador de um projeto de confeitaria.

Como é trabalhar com os seus familiares?
Trabalho é trabalho e é preciso administrar bem a loja. É preciso foco e determinação, independentemente se está trabalhando com a família ou não. Eu procuro estar por dentro de tudo o que acontece.