Gabriel Renaud: “A Corrida e as Dores Emocionais”

Aposto que você (assim como boa parte dos corredores) já passou por uma lesão, um incômodo ou uma dor qualquer enquanto estava correndo. Ficou sofrendo ao ver os colegas treinando enquanto você estava “de molho”.

Fez contagem regressiva para voltar logo a treinar e não perder o foco e o condicionamento. É o que o corredor e copywriter Gabriel Renaud chama de “dores emocionais”. Este é o tema do post de hoje.

“A Corrida e as Dores Emocionais”

Eu sei o motivo de você continuar correndo!
João vai dizer que corre para controlar o peso, Maria para cuidar da saúde, Carlos para fazer amigos… e tudo isso é verdade!

Mas vamos pensar juntos. Existem várias modalidades de esporte e por algum motivo você escolheu como principal a corrida de rua.

Talvez você pratique outros esportes, como também é o meu caso, mas sei que a corrida tem um lugar especial no seu coração.

Me arrisco a dizer que o fato de continuar calçando o tênis para correr, semana após semana, possui um motivo claro: GOSTAR DEMAIS DA CORRIDA DE RUA.

Agora vou dividir contigo um “segredo”. 9 em cada 10 corredores já sofreram alguma lesão, inclusive esse que vos fala. E mesmo assim nós continuamos correndo, esperando nos recuperar o quanto antes para voltar aos treinos.

Acredito que a corrida traz muito aprendizado sobre a nossa vida. Nossa relação com o outro e conosco mesmo tem bons e maus momentos, gerando, assim como na corrida, algumas dores.

Quando identificamos uma dor física, nem sempre temos a certeza da sua origem, pois normalmente é multifatorial, ou seja, possui uma somatória de causas.
E em relação às nossas emoções não é diferente.

Antes de continuar, preciso esclarecer a diferença entre emoção e sentimento, segundo a ciência. Quando falo de emoção me refiro a nossa reação a um fato ou atitude, trata-se de algo involuntário, que foge ao nosso controle. E essa emoção pode gerar um sentimento.

Exemplo: Escrevi uma página de venda e o cliente falou que estava incrível, que foi a melhor coisa que ele já leu.

Surge, então, a emoção chamada alegria, e, a partir deste fato, posso cultivar um sentimento de gratidão, que perdura por um tempo.

Chegamos agora ao ponto de conexão entre a corrida e a dor emocional.
O fato de você gostar muito de corrida não te impede de sentir uma dor física.
Acredito que a principal lição que a corrida pode nos dar é a de NÃO PARALISAR
FRENTE A DOR.

Se a sua dor emocional despertou um sentimento negativo, repense essa dinâmica, lembre das lições que a corrida te ensinou.

Foque no que te traz paz, te estimula a ser uma pessoa melhor. Acolha sim a sua dor, reconheça que ela existe, mas não fique paralisado nela.

Esse assunto tem muito para ser falado, mas hoje deixo a seguinte mensagem:
A corrida nos ensina não apenas a lidar com as dores físicas, mas também com as
emocionais.

Corrida: mais que um esporte!
Sigamos Juntos!

Gabriel Renaud
Copywriter (@GABRIELRENAUDGV)

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