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Ciclista Ricardo Pscheidt e triatleta Diogo Sclebin são confirmados na Olimpíada

Esportes

Ciclista Ricardo Pscheidt e triatleta Diogo Sclebin são confirmados na Olimpíada

São Paulo - O Brasil tem definidos mais cinco nomes nos Jogos Olímpicos do Rio. Nesta quarta-feira, a União Ciclística Internacional (UCI) confirmou que o País terá direito a três vagas no mountain bike no Rio-2016. Elas ficarão com Raiza Goulão, Henrique Avancini e Ricardo Pscheidt. Já a Confederação Brasileira de Triatlo (CBTri) confirmou a convocação de Pâmella Oliveira e Diogo Sclebin.

Pscheidt é uma das novidades. Graças aos pontos conquistados por Henrique Avancini, pelo próprio Pscheidt e por Rubinho Valeriano (atleta olímpico em 2008 e 2012), o Brasil terminou em 13.º no ranking de nações de mountain bike, no último posto que destinava duas vagas ao Rio.

Como a convocação será pelo ranking mundial, vão à Olimpíada Henrique Avancini (18.º do mundo), que há um bom tempo era nome certo no Rio, e o veterano Pscheidt, de 36 anos, que fechou o ranking olímpico em 67.º lugar. Rubinho ficou em 88.º e só será convocado em caso de lesão dos dois primeiros.

No feminino, o Brasil ficou em 14.º no ranking, mas precisava ter terminado pelo menos em oitavo para ter duas vagas na Olimpíada. Com apenas uma, levará ao Rio Raiza Goulão, número 17 do ranking mundial. Isabella Lacerda, a 37.ª, fica fora.

Raiza será só a segunda brasileira a participar dos Jogos Olímpicos no mountain bike feminino, repetindo Jaqueline Mourão, que foi a Atenas e a Pequim. No masculino, desde 1996 o Brasil não classificava dois atletas à mesma edição. Rubinho foi às últimas duas.

TRIATLO - No triatlo, a situação é oposta e o Brasil, pela primeira vez, classificou só um atleta no masculino. A convocação foi definida pela CBTri, que confirmou que ela será de Diogo Sclebin. Ele terminou o ranking olímpico em 44º lugar e se aproximou bastante do Top 40 que era exigido pela CBTri para a convocação automática.

Uma comissão foi formada dentro da entidade, escolhendo Sclebin, que teve os melhores resultados do País nos últimos dois anos no Circuito Mundial. No feminino, Pamella Oliveira atingiu o critério do Top 40 e já estava confirmada.