Gabriel Jesus contém euforia, mas exalta 4 a 0: 'Precisávamos de uma goleada'

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Gabriel Jesus contém euforia, mas exalta 4 a 0: 'Precisávamos de uma goleada'

Redação Folha Vitória

São Paulo - A boa atuação e os dois gols na abertura do Campeonato Brasileiro deram ao atacante Gabriel Jesus a certeza de que o Palmeiras está no caminho das conquistas. Após balançar as redes por duas vezes nos 4 a 0 sobre o Atlético-PR, neste sábado, no Allianz Parque, o atacante foi bastante 'pé no chão' ao comentar que "ainda faltam 37 rodadas", mas não escondeu que a goleada em casa era tudo o que o time alviverde precisava para recomeçar depois dos fracassos na Libertadores e Paulistão.

"Estávamos precisando de uma goleada como essa, de um jogo assim, dominando e concluindo a gol. É o primeiro jogo ainda, faltam mais 37 rodadas, mas graças a Deus demos o pontapé inicial bem", disse o jogador, que marcou dois gols no segundo tempo, um deles aos 18 segundos.

Ele comentou ainda ficar bastante tranquilo sobre as especulações de sua venda para a Europa (Juventus estaria interessada, de acordo com jornais da Itália) e confirmou o desejo de "fazer história no Palmeiras", como disse em sua estreia no time profissional. O clube italiano estaria disposto a pagar até R$ 60 milhões por ele na próxima janela de transferências.

Os jogadores do Atlético-PR condenaram o árbitro, que expulsou Barrios e depois voltou atrás. O juiz Bruno Arleu Araújo, do Rio de Janeiro, estava longe da jogada e viu Barrios 'forçando' a infração. Não teve dúvidas: sacou o cartão amarelo e mostrou para o palmeirense. Como ele já tinha amarelo, seria o vermelho na sequência. Avisado da lambança pelos auxiliares por comunicação eletrônica, voltou atrás e assumiu o erro. Tirou o amarelo de Barrios, deu para Paulo André e marcou a falta para o Palmeiras, tudo ao contrário do que tinha visto.

"Ele é fraco", disso Nikão, do Atlético-PR. "Ele está perdidinho. Estamos aqui pelo pão de cada dia e ele estragou tudo. Sei que a gente pode se complicar, mas alguém tem de falar." O zagueiro Paulo André preferiu se ater ao fracasso do time, que não se achou em campo. "Perdemos a cabeça depois do segundo gol. Tínhamos de manter o posicionamento."