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Galvão Bueno se diz "preocupado" com a Seleção: "Não pode jogar de igual para igual com os EUA"

O narrador refletiu sobre a partida e comentou os desafios futuros da seleção brasileira

Estadão Conteúdo

Foto: Reprodução/Instagram Galvão Bueno

O Brasil ficou no empate em 1 a 1 com a seleção norte-americana na quarta-feira, no Camping World Stadium, em Orlando, na Flórida, no último jogo amistoso antes da Copa América, e a atuação da equipe comandada por Dorival Junior deixou Galvão Bueno "preocupado".

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O narrador refletiu sobre a partida e comentou os desafios futuros da seleção brasileira. Para ele, o Brasil não jogou mal, mas também não teve boa atuação, o que deixou o duelo muito equiparado. "Não pode jogar de igual para igual com os Estados Unidos", disse Galvão.

Rodrygo abriu o placar aos 16 minutos, e o empate do time da casa saiu aos 25, em cobrança de falta convertida por Pulisic. Galvão considerou o lance "defensável" para Alisson, mas destaca que o goleiro fez outras defesas importantes na partida. Além disso, o comunicador chamou a atenção para o sistema defensivo.

Nos últimos quatro jogos, todos com Dorival Júnior já no comando técnico, o Brasil marcou oito gols e sofreu seis. Três no embate contra a Espanha, dois do México e um dos Estados Unidos. "No tetra, na Copa inteira, a seleção tomou três gols em sete jogos. No penta, na Copa inteira, a seleção brasileira, em sete jogos, tomou quatro gols", afirmou ele.

"'Ah, Galvão, mas está apelando falando de tetra e de penta?' Vamos para o Catar, na última Copa. Ficamos nas quartas de final, mas tomamos três gols. Seis gols em quatro jogos é muito gol para a seleção brasileira tomar", pontuou.

Com a sequência que o Brasil tem pela frente, isso se tornou um sinal de alerta para o locutor. A seleção estreia na Copa América no dia 24 de junho, contra a Costa Rica, no SoFi Stadium, na Califórnia. Além dos costa-riquenhos, a fase de grupos tem jogos diante do Paraguai e da Colômbia.

"O grupo do Brasil na Copa América é complicado. Costa Rica não é um time bobalhão. Tem Paraguai, que costuma ser, muitas vezes, uma complicação para a seleção brasileira, e tem a Colômbia, que atravessa uma fase excepcional. Vem de uma enfiada de 5 a 1 em cima dos Estados Unidos. Esse Estados Unidos contra quem o Brasil hoje empatou em 1 a 1", destacou.

Além disso, para Galvão, Dorival ainda não encontrou o time ideal. Foram 10 mudanças na escalação inicial em relação aos jogadores que começaram a partida contra o México, e apenas o arqueiro Alisson foi titular nos dois jogos. Já Endrick entrou na segunda etapa em ambos.

"Faltou o Endrick no começo do jogo", refletiu o narrador. "Vini Jr. não fez uma boa partida, Endrick teve um lance apenas. O melhor jogador brasileiro em campo foi o Rodrygo", pontuou ele.

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