Ás vezes erramos, e está tudo bem!

Início de semana, pra muitos um novo dia e uma nova semana repleta de oportunidades. Para outros, a sequência de um final de semana cheio de erros e excessos. Em qual desses perfis você se encaixa?

Muitas vezes acreditamos que o final de semana serve para extravasar, e sem perceber, cometemos erros na alimentação, nos hábitos, nos horários, enfim, bagunçamos em dois dias tudo aquilo que tentamos organizar nos últimos cinco. E essa inclusive é a realidade que se repete semana após semana para muitas pessoas.

Confesso que também já vivi bastante para a sexta-feira, mas somente quando passei a viver para as segundas é que minha vida realmente se transformou. Quando entendi que a dedicação dos cinco dias na semana era que fazia diferença para alcançar meus objetivos, percebi que dois dias do final de semana eram exceções que não poderiam destoar tanto de meus objetivos.

Essa é uma dica pra da vida: refletir sobre erros e acertos, transformando em regra tudo aquilo que nos faz bem, e não deixando as exceções que eventualmente nos prejudicam terem mais relevância do que isso. De verdade, acertamos tanto quanto erramos e por isso mesmo temos muito mais a celebrar.

O lado difícil é que nem sempre nossos erros são tratados com a mesma dinâmica de nossos acertos, e então nos chateamos por dias a fio. Carregamos a mágoa dos erros e nos afundamos no peso de quem falhou, como se fôssemos pessoas ruins. Isso é o que realmente não podemos deixar acontecer.

Errar é humano, e até certa proporção (especialmente se não causamos mal a outras pessoas) está tudo bem errar desde que tenhamos aprendido algo que nos edifica a partir de então. Se erramos com alguém, que tenhamos a ciência do erro e possamos nos desculpar, perdoando o outro e a nós mesmos.

Melhor do que multiplicar o sentimento negativo gerado a partir de erros pessoais com auto-flagelação, é corrigir a atitude, obter o aprendizado, e na medida do possível compensar pelas falhas conosco e com os outros. Apressa-te pro acerto e não gasta energia com o flagelo. Lembra que por regra vivemos para o bem e as falhas eventuais não nos tornam piores, apenas recordam que ainda temos muito o que aprender.

* artigo escrito por Rafael Ottaiano, fundador da Positiv Network.

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