Acesso à conectividade e capacitação: os principais desafios da educação remota

Conectividade
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Mais de um ano após o início da pandemia de Covid-19, grandes empresas e instituições continuam se adaptando e implementando ferramentas digitais. Nesse contexto, a crise também enfatizou a importância da tecnologia na educação. De acordo com o estudo “O uso da tecnologia na inovação da prática docente“, elaborado pelo Programa de Educação do Diálogo Interamericano e com a colaboração da Microsoft, os maiores desafios na realização das aulas virtuais foram a ‘falta de conectividade’ e a ‘falta de formação tecnológica ou acesso à tecnologia’.

A educação remota, portanto, tornou-se um verdadeiro desafio de adaptação a um novo modelo de aprendizagem para todo o ecossistema de professores, alunos, famílias e instituições. Na maioria dos países da região, as autoridades educacionais se concentraram no desenvolvimento de estratégias e ações imediatas para atender a demanda pelo ensino virtual e, em particular, as demandas dos professores.

Atualmente no Brasil, a modalidade de educação híbrida ou presencial está sendo retomada. A realidade, entretanto, é que desde o início da pandemia o acesso à educação estava no centro da conversa, por dois motivos. Primeiro, os governos trabalharam para garantir o direito a ela. Segundo, alunos e escolas, particularmente na educação básica, mas também no ensino superior, exigiram maior adaptação aos modelos tradicionais de ensino.

Conectividade: plataformas digitais para otimizar a educação remota e integral

Entre os principais aprendizados do estudo destaca-se a aplicação de tecnologias como plataformas digitais para facilitar a prática docente. No entanto, existem algumas questões a serem consideradas:

A formação em plataformas digitais para professores é essencial

Durante a pandemia, plataformas extremamente sofisticadas foram desenvolvidas e não foram utilizadas pelos professores devido à sua complexidade. Uma alternativa para isso está na proliferação de ofertas de capacitação, como os MOOCs (Massive Open Online Courses), muito especializados tanto no assunto quanto em funções ou ferramentas tecnológicas específicas.

Impulsionando a usabilidade das plataformas educacionais digitais

O uso de plataformas digitais permite escalar e replicar iniciativas eficazes e comprovadas de forma fácil e rápida, sob uma interface conhecida por professores e de padrão internacional. Elas também tornam o processo de avaliação transparente e fornecem um ambiente seguro para qualificações e informações confidenciais.

Nesse sentido, motivada pela necessidade de estar totalmente adaptada ao novo contexto da educação e da literatura, a FTD Educação, uma das líderes de soluções educacionais no Brasil, lançou o primeiro material 100% digital da empresa, resultado de um grande projeto em parceria com a Azure, plataforma de nuvem da Microsoft.

O Quant Bot visa trazer uma aprendizagem inovadora e divertida para as crianças, a partir da tecnologia de nuvem, gamificação e Inteligência Artificial (IA). O projeto integra um amplo processo de transformação digital desenvolvido nos últimos anos pela FTD Educação e que contou com o suporte de consultorias importantes, como Accenture, PWC, entre outras.

Para que essa inovação, disponível para escolas e professores nacionais, fosse viabilizada, a FTD Educação iniciou a sua digitalização por meio de ações internas, como o uso do Microsoft 365, pacote de software e aplicativos de colaboração, que foi responsável por trazer uma mudança de paradigma na colaboração e comunicação dentro da editora.

Nesse cenário de buscar novas formas de ensinar e aprender, a FTD Educação implementou nas suas soluções educacionais o conceito Maker. Movimento baseado na ideia de que qualquer pessoa tem a capacidade de criar, fabricar, consertar e alterar objetos e soluções com as próprias mãos; além de proporcionar uma aprendizagem ativa, informal e divertida.

“Sem dúvida, a pandemia representou um paradigma que já era inevitável no setor educacional. Então esse é o momento de pensarmos sobre como será o futuro na escola e como usaremos as lições aprendidas na pandemia de Covid-19. E o que resultará em mais aprendizado, tendo em mente que a conexão entre alunos e professores está no centro da educação de qualidade. Essa conexão e participação devem persistir, independentemente do nosso ambiente físico”, comentou Luciano Braverman, Diretor de Educação da Microsoft para América Latina.

É evidente que a educação requer uma transformação digital completa. Além disso, permita que escolas, educadores e alunos tenham as ferramentas necessárias para apoiar a aprendizagem. Mas que independa de fatores como clima, limitações de transporte ou uma crise global de saúde.

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