Adoção responsável: o que fazer para a adaptação do pet

Adoção responsável: Dificuldade na adaptação pode resultar na devolução do pet

Adotar um animal é um ato de bondade e carinho. Hoje, ainda é necessário discutir a Adoção Responsável, o que pode parecer natural para os amantes de bichinhos, mas que diante tantos casos de crueldade e abandonos, se torna essencial conhecê-la.

Além de levar um amiguinho para casa, ao adotar um pet, você ainda terá a oportunidade de ser o tutor de um animal que precisa de cuidados fundamentais. Apesar de todas as coisas favoráveis ao redor desse gesto, nem todas as adoções são bem sucedidas. Saiba o que é necessário para que tudo ocorra da melhor forma possível, para o pet e para o tutor!

O que é a Adoção Responsável?

Muitas associações de proteção e resgate aos animais hoje em dia exigem um termo de adoção responsável por conta do candidato. Neste termo são estabelecidas algumas condutas que o assinante deve se comprometer a realizar.

Basicamente, são os compromissos com alimentação, castração, higiene, e cuidados com o pet adotado. O não comprimento dos termos estipulados pode resultar no recolhimento do animal pela associação, retornando à segurança do abrigo.

O termo também pode conter casos especiais, como animais que possuam alguma necessidade diferente, ou mesmo que sejam destinados a algum tipo de tarefa ou acompanhante de idosos e crianças.

Adoção responsável

O que levar em consideração antes de adotar

Apesar de casos de crueldade absurda, pode acontecer da adaptação do pet na casa não ser como esperada, resultando na devolução do animal. Esse processo é desgastante não apenas para o adotante. Também é para o bichinho, que muitas vezes já passou por outros lares e experiências desagradáveis nas ruas.

Por isso, na hora de pensar em adotar um pet, seja responsável e reflita sobre alguns pontos importantes.

Você

  •  Um pet passa a ser um membro da família. Por isso, caso você more com alguém, possua filhos, ou alguma companhia, avalie se a adoção é um desejo de todos.
  •  Em casas com crianças, é preciso levar em consideração a idade delas e se estão preparadas para as responsabilidades do dia a dia.
  • Hora de pensar no bolso! Esse animalzinho vai depender unicamente de você. É preciso ter consciência dos gastos que irão vir. Seja com alimentação, higiene, saúde, brinquedos e acessórios, entre outras coisas.
  • Agora pensando na sua rotina. Você terá tempo para cuidar dele? Alguém poderá fazer isso quando você não estiver em casa? Já comentamos como a ansiedade da separação é real e prejudicial a saúde mental dos pets.
  •  E claro, a disposição! Ter um pet quer dizer se dispuser a dar carinho, atenção, leva-lo para passear e dedicar-se à sua criação da melhor maneira possível.

O pet

  • Ao optar por adotar um pet, descubra primeiro qual nível de energia adequado que se encaixe no seu estilo de vida. Um animal mais agitado, mais calmo, mais carinhoso ou brincalhão faz toda a diferença! A sincronia de ambos deve ser ajustada para facilitar a adaptação para os dos lados.
  •  Considere o tamanho do bichinho para o espaço que você terá disponível para ele. Cães podem ser muito grandes para certos tipos de apartamentos e correm o risco de se sentirem deprimidos. Ter um cantinho para eles, independente do tamanho e do imóvel, é essencial para a adaptação.

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