Duda Reis e Nego do Borel: A traição

Vamos analisar por alguns ângulos e algumas situações atuais, uma delas é a o término da relação de Nego do Borel e Duda Reis. Iremos avaliar pelo ângulo da traição (a qual foi admitida, por parte dele), a aparência de ser um relacionamento abusivo, o fato bem marcante de um aspecto narcisista, e o comportamento “agressivo” (pelo que foi relatado por ela).

Começando com a traição, quebra da fidelidade prometida, deslealdade. Quando uma pessoa decide trair, ela demonstra algumas características marcantes do seu caráter. Há quem traí se arrepende e não traí nunca mais, fato, mas há quem sempre traí. Estamos falando desse cenário, da traição recorrente, de quem traí ou traiu mais de uma vez.

O amor não maltrata, não procura seus interesses, não se ira facilmente, não guarda rancor, é digno de felicidade. Aquele que diz que ama, mas consegue ver “outros” amores, na verdade não tem amor próprio, nem empatia por quem diz que ama. E muitas vezes, por isso precisa tanto de dizer que ama, e precisa tanto mostrar esse amor.

A traição é uma decisão egoísta, na qual se escolhe apenas viver aquele momento de prazer, seja pela justificativa de beneficio próprio ou mesmo por “vingança” por algo injusto que o traidor acha que aconteceu, ignorando toda lealdade a quem se diz amar.

Toda vez que se decide trair de novo não há arrependimento, mas uma habilidade ímpar em esconder as provas e os fatos cada vez mais. Uma frieza que transpassa toda possível falsidade, mas demonstra toda falta de caráter, principalmente quando se encontra novamente com o “tal” amor e consegue agir com naturalidade.

Quem recebe a traição, não tem a ver com beleza (os dois são lindos), não tem haver com tipo físico de ser gordo ou magro, não tem a ver com aparência física, mas comportamental do outro a qual se relaciona. Quem recebe a traição, está disposto a salvar um relacionamento sem reciprocidade, com uma ponte de confiança quebrada, onde o relacionamento é de dois, mas apenas um vive a relação. E a decisão de sair disso é amor próprio, o melhor caminho é se perdoar, perdoar o outro e deixar ir, partir e viver uma nova história. Pois o que nos acontece, nos fortalece.

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