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Chuvas de verão provocam queda de quase 700 árvores em SP

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Chuvas de verão provocam queda de quase 700 árvores em SP

Até 28 de dezembro, a cidade havia registrado 1.743 quedas de árvore, número semelhante a 2013, quando caíram 1.861 unidades. No ano passado, foram realizadas mais de 95 mil podas

Foram mais de 700 árvores derrubadas Foto: R7

A cidade de São Paulo registrou 71 ocorrências de queda de árvores devido ao forte temporal da última quinta-feira (08), segundo o Centro de Controle Operacional Integrado da prefeitura. Desde o dia 29 de dezembro, quando um vendaval derrubou 326 árvores, a capital paulista já soma quase 700 árvores derrubadas.

Até 28 de dezembro, a cidade havia registrado 1.743 quedas de árvore, número semelhante a 2013, quando caíram 1.861 unidades. No ano passado, foram realizadas mais de 95 mil podas e 13 mil remoções de árvores.

A chuva de ontem, às 18h, atingiu 40 milímetros em menos de 40 minutos, uma quantidade expressiva, de acordo com o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE). As regiões mais afetadas foram o centro, Vila Prudente, Ipiranga, Vila Mariana, Pinheiros, Barra Funda e Butantã. Na última quarta-feira (7), a cidade registrou 71 milímetros de chuva, o equivalente a 27% da média de 262 milímetros esperada para o mês inteiro.

Entre os prejuízos da chuva de ontem, estão o desabamento de dois hangares no Aeroporto de Congonhas, feito de alumínio, que caiu com as fortes rajadas de vento. Algumas aeronaves ficaram danificadas.

O terminal de ônibus Bandeira, um dos principais da capital, localizado na região central, foi fechado por meia hora, pois ficou alagado. Em toda a cidade, foram observados 21 pontos de alagamentos em ruas e avenidas, sendo dez intransitáveis para os automóveis.

Houve problemas com os semáforos apagados com a chuva. Segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), 105 semáforos apresentaram falhas durante o temporal, 29 deles por falta de energia elétrica e 76 por necessidade de manutenção. Hoje pela manhã, a cidade ainda tinha 83 semáforos sem funcionar, sete deles ainda por falta de energia e o restante por falta de manutenção.