Funcionários dos Correios paralisam serviços por 24 horas e protestam em Vitória

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Funcionários dos Correios paralisam serviços por 24 horas e protestam em Vitória

Os manifestantes saíram da Praça Oito até a agência central dos Correios, no Centro de Vitória. A categoria reivindica melhores condições de trabalho e contratações imediata

Os funcionários terminaram o protesto em frente à agência central dos Correios Foto: Leitor/WhatsApp Folha Vitória

Servidores dos Correios realizaram uma manifestação na manhã desta quarta-feira (27) na região Central de Vitória. Com faixas e distribuição de panfletos, os funcionários pedem que a estatal continue 100% pública. A mobilização, que é nacional, também parou os trabalhos dos Correios por 24 horas.

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Os manifestantes saíram da Praça Oito até a agência central dos Correios, no Centro de Vitória. Na Avenida Jerônimo Monteiro, uma das principais da Capital, os servidores aproveitavam o semáforo fechado para mostrar faixas aos motoristas.

A paralisação é proposta pela Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios, Telégrafos e Similares (Fentect) e visa protestar contra o suposto fechamento de agências no Estado além de cortes e mudanças que, segundo o sindicato, prejudicam os trabalhadores.

Os manifestantes aproveitavam o semáforo fechado para exibir faixas Foto: Leitor/WhatsApp Folha Vitória

A categoria reivindica, ainda, a revogação da cobrança extraordinária para o equacionamento do fundo de pensão dos trabalhadores celetistas, melhores condições de trabalho e contratação imediata dos aprovados no concurso realizado no ano de 2011.

Em nota, os Correios negaram que houve paralisação nos serviços e não afetou a população. Sobre as reivindicações dos servidores, os Correios informaram que consideram a paralisação injustificada. Em relação ao concurso público, a estatal esclarece que eventual e pontual falta de profissionais está sendo suprida, em estrito cumprimento à legislação, com empregados temporários.

A direção dos Correios ratificou, em nota, que não haverá privatização. Assim como as representações sindicais, também defende a empresa 100% pública e comprometida com os interesses nacionais.