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FMI prevê que PIB da Rússia encolha 3,4% neste ano e cresça 0,2% em 2016

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FMI prevê que PIB da Rússia encolha 3,4% neste ano e cresça 0,2% em 2016

Moscou - O Fundo Monetário Internacional (FMI) afirmou nesta quinta-feira esperar que a economia da Rússia tenha uma modesta recuperação no próximo ano, mas notou que ela segue vulnerável a mudanças geopolíticas e no preço do petróleo. O FMI prevê que o Produto Interno Bruto (PIB) russo encolha 3,4% neste ano e cresça 0,2% em 2016. Em abril, esperava contração de 3,8% em 2015 e de 1,1% no próximo ano.

"O pacote contra a crise das autoridades ajudou a estabilizar a situação na Rússia", disse Ernesto Ramirez Rigo, chefe da missão do FMI no país, que ficou duas semanas em consultas com autoridades locais.

O FMI sugeriu que Moscou adote uma política macroeconômica prudente, impulsione reformas estruturais e evite um afastamento da economia mundial para impulsionar seu crescimento econômico potencial. Também pediu a "normalização" da política monetária do Banco Central da Rússia, referindo-se ao fato de que o BC deveria continuar cortando os juros, após uma alta emergencial em dezembro para 17% na taxa básica de juros.

A inflação anual no país agora deve desacelerar para 12,5% até o fim de 2015, de mais de 16% atualmente. Em abril, o FMI afirmou que a inflação na Rússia estava em média em 17,9%.

A economia russa entrou em recessão, pressionada pelas sanções do Ocidente e por um rápido recuo nos preços do petróleo, principal item das exportações do país.

O Banco Mundial prevê que a economia russa encolha 4,5% neste ano. Já a previsão do FMI está mais próxima da estimativa da própria Rússia.

O Ministério das Finanças russo espera que o país volte ao crescimento no próximo ano. Mais cedo, o ministro das Finanças Anton Siluanov disse que o PIB russo deve encolher em 2,5% neste ano.

O FMI também disse concordar com a previsão do BC russo de que o fluxo líquido de saída de capital desacelerará para cerca de US$ 110 bilhões neste ano, de quase US$ 152 bilhões no ano passado. Fonte: Dow Jones Newswires.