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Caminhões continuam impedidos de acessar Trevo de Capuaba e atividades seguem suspensas no Porto

Paralisação dos caminhoneiros

Geral

Caminhões continuam impedidos de acessar Trevo de Capuaba e atividades seguem suspensas no Porto

Desde a última quarta-feira (23), um grupo de manifestantes bloqueia a entrada no local, no trevo de Capuaba, em Vila Velha.

O Cais de Capuaba, em Vila Velha, também está com as atividades afetadas em decorrência da paralisação dos caminhoneiros, que acontece há oito dias  em todo o Brasil. Desde a última quarta-feira (23), um grupo de manifestantes bloqueou a entrada no local, no trevo de Capuaba, em Vila Velha.

De acordo com a Companhia Docas do Espírito Santo (Codesa), o movimento continua impedindo o acesso de caminhões ao Porto. Duas viaturas da Polícia Militar permanecem monitorando o local, onde estão cerca de 20 manifestantes.

Por conta deste bloqueio, a movimentação de cargas no Porto continua parada. No entanto, as atividades internas permanecem em operação.

Na última sexta-feira (25), a Codesa informou que cerca de 500 caminhões deixam de acessar o porto todos os dias e que um navio que transporta granito ficou parado aguardando a liberação. O único terminal que mantinha o funcionamento normal era o de Paul, que é abastecido por linha ferroviária.

Quanto aos terminais de Vitória (Cais Comercial), a Codesa disse que eles não foram afetados e a operação segue normalizada.

Paralisação

Mesmo após o pronunciamento do presidente Michel Temer, no último domingo (27), os caminhoneiros disseram que não vão finalizar a greve no Estado. Segundo eles, todos os pedidos não foram atendidos e por isso eles vão continuar com as manifestações.

De acordo com o Governo do Espírito Santo, há 1.646 veículos parados em 29 pontos de manifestação nas rodovias federais e estaduais capixabas. Foram constatados também a presença de 1.605 manifestantes e não há interdição de vias.

“Queria agradecer as pessoas do Espírito Santo pelas doações e o apoio de todos. Do que o Temer propôs para nós, alguma coisa nos interessa, mas têm muitas coisas que os caminhoneiros não concordaram. Esse tempo de 60 dias só não interessa. Nós temos o nosso representante lá e ele vai decidir”, disse um dos caminhoneiros que está em Viana.