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'Poderemos ter vacinas a partir de janeiro', diz Casagrande após reunião com ministro

CORONAVÍRUS

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'Poderemos ter vacinas a partir de janeiro', diz Casagrande após reunião com ministro

Governador do Espírito Santo comemorou a decisão do Ministério da Saúde de adquirir 46 milhões de doses da vacina desenvolvida pelo Instituto Butantã

Foto: Reprodução /Youtube

O governador do Espírito Santo, Renato Casagrande, comemorou a decisão do Ministério da Saúde, de adquirir 46 milhões de doses da vacina contra o novo coronavírus que será produzida pelo Instituto Butantã, em São Paulo. A Coronavac, desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac, está sendo testada em voluntários em São Paulo.

A decisão foi divulgada após uma reunião, realizada nesta terça-feira (20), entre os governadores dos estados e o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello. Em uma postagem em seu perfil no Twitter e em um vídeo gravado logo após a reunião, Casagrande destacou que o ministro se comprometeu a coordenar o plano nacional de imunização contra o coronavírus, juntamente com os estados e os municípios brasileiros.

>> Casagrande vai recomendar que governo federal compre vacina desenvolvida em SP

O governador afirmou ainda que espera que as vacinas já estejam disponíveis no início do ano que vem. "Nós já poderemos ter vacinas a partir de janeiro. O Butantã poderá produzir já 46 milhões de doses de vacinas para que o ministério, junto com os estados e municípios, possa ofertar aos brasileiros, de forma igualitária, o acesso às vacinas, e nós nos libertarmos do vírus. Essa coordenação é fundamental entre os entes da Federação, para que a gente dê o mesmo tratamento a todos os brasileiros", destacou Casagrande no vídeo.

Vacinação

De acordo com informações do Estadão, obtidas por meio do Governo de São Paulo, a expectativa é que o Ministério da Saúde compre as doses da Coronavac até o final do ano, após registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), e inicie a vacinação nacional em janeiro.

A decisão do ministério encerra especulações que indicavam que poderia haver uma resistência do governo federal em adquirir as doses da vacina por causa de divergências entre o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e o governador paulista João Doria (PSDB).

A Coronavac, segundo o Instituto Butantã, demonstra ser o imunizante em desenvolvimento no mundo com o menor índice de efeitos colaterais. Os dados levam em consideração o acompanhamento de 9 mil voluntários brasileiros já vacinados no País.

Apesar de indicativos positivos, a principal informação envolvendo a vacina chinesa, que é o índice de eficácia da vacina, deve ficar somente para o fim do ano, conforme revelou o Estadão.

Com informações do Estadão Conteúdo