Gavião-pato: ave rara avistada em plantio de eucalipto da Fibria no Espírito Santo

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Gavião-pato: ave rara avistada em plantio de eucalipto da Fibria no Espírito Santo

O animal apresenta baixíssima densidade populacional e não tem hábitos migratórios, estando distribuído em poucas áreas

Foto: Divulgação

As áreas florestais da Fibria, onde os plantios de eucalipto são entremeados com áreas de preservação ambiental, são palco de momentos admiráveis da biodiversidade brasileira. A mais recente surpresa foi o gavião-pato (Spizaetus melanoleucus), espécie rara avistada em áreas de floresta da empresa em Aracruz (ES), enquanto pousava sobre a copa de um eucalipto e observava a movimentação da equipe de pesquisadores da empresa. 

De beleza exuberante, a ave de rapina apresenta topete e unhas perfeitos, sendo a mais rara das três espécies brasileiras do gênero Spizaetus. O gavião-pato alimenta-se de outras aves, répteis, anfíbios e mamíferos pequenos. O animal apresenta baixíssima densidade populacional e não tem hábitos migratórios, estando distribuído em poucas áreas. 

A presença da espécie é mais um indicador de que o modelo de operação da Fibria, entremeando áreas de vegetação nativa aos plantios de eucalipto, propicia a presença e a manutenção de uma representativa parcela da biodiversidade do bioma Mata Atlântica. O registro fotográfico do gavião-pato é do técnico de pesquisa da Fibria, José F. Pissinati.
Sobre a Fibria – Líder mundial na produção de celulose de eucalipto, a Fibria possui capacidade produtiva de 5,25 milhões de toneladas anuais de celulose, com fábricas situadas em Três Lagoas (MS), Aracruz (ES), Jacareí (SP) e Eunápolis (BA), esta última onde mantém a Veracel em joint venture com a Stora Enso. Em sociedade com a Cenibra, opera o único porto brasileiro especializado em embarque de celulose, Portocel (Aracruz, ES). Com uma operação integralmente baseada em plantios florestais renováveis, a Fibria trabalha com uma base florestal própria de 970 mil hectares em áreas localizadas nos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul e Bahia, dos quais 343 mil são destinados à conservação ambiental. A Fibria mantém cerca de 18.900 trabalhadores, entre empregados diretos e indiretos, e está presente em 254 municípios de sete Estados brasileiros.