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Loja do Carrefour é alvo de protesto em Vila Velha após morte de homem negro em Porto Alegre

Geral

Loja do Carrefour é alvo de protesto em Vila Velha após morte de homem negro em Porto Alegre

O grupo de aproximadamente 100 pessoas realizou ato pacífico. A PM acompanhou a manifestação

Foto: Reprodução redes sociais
O grupo fez um protesto dentro do supermercado Carrefour que fica dentro do shopping e depois andou pelo pátio 

Um grupo de aproximadamente 100 pessoas realizou um protesto na loja do supermercado Carrefour em um shopping de Vila Velha no início da tarde deste sábado (21). 

A manifestação foi pacífica e o grupo andou pela loja do supermercado gritando palavras de ordem. Depois o grupo andou pelo shopping segurando cartazes e deitaram no chão do pátio.

Segundo a Polícia Militar, policiais acompanharam o protesto e uma porta foi danificada. 

O shopping informou que  não compactua e repudia qualquer forma de discriminação e violência, e está sempre atento a possíveis eventos em suas dependências de forma a fazer a sua parte para manter a segurança, dentro de uma conduta de paz e respeito.

A equipe de seguranças e a Polícia Militar acompanharam o protesto, respeitando o direito dos manifestantes.

A equipe do Folha Vitória em contato com a assessoria do supermercado Carrefour, mas ainda não teve um retorno.

Entenda o caso

João Alberto Silveira Freitas, de 40 anos, homem negro  foi espancado e morto por segurança e policial em uma unidade do supermercado Carrefour no bairro Passo D'Areia, na zona norte de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, na noite de quinta-feira, 19, véspera do Dia da Consciência Negra.

A Polícia Civil do Estado investiga o crime. Um dos agressores era segurança do local e o outro, um policial militar temporário. Os dois homens foram presos em flagrante.

Após colher os primeiros depoimentos, a delegada responsável pelo caso, Roberta Bertoldo, da 2ª Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa, recebeu, na tarde de sexta-feira, 20, os médicos legistas para elucidar as causas da morte de João Alberto. Durante as agressões, a vítima também foi imobilizada pelos vigias, com o joelho de um deles nas costas.