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Chuva de granizo deixa prejuízo de mais de R$ 1 milhão em Marechal Floriano

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Chuva de granizo deixa prejuízo de mais de R$ 1 milhão em Marechal Floriano

Moradores mais antigos contam que a última chuva forte de granizo na região foi em 1964, há 51 anos. Cinquenta propriedades foram atingidas, e o prejuízo, já ultrapassa R$ 1 milhão

Moradores mais antigos contam que a última chuva forte de granizo na região foi em 1964, há 51 anos. Foto: Divulgação/Prefeitura

Os 40 minutos de chuva de granizo que caíram na tarde do último sábado (19), na localidade de Vitor Hugo, em Marechal Floriano, foram suficientes para deixar muitos prejuízos para os agricultores da região.

Moradores mais antigos contam que a última chuva forte de granizo na região foi em 1964, há 51 anos. Aproximadamente cinquenta propriedades foram atingidas, e o prejuízo, de acordo com levantamento feito nesta semana por técnicos agrícolas da Prefeitura, já ultrapassa R$ 1 milhão.

O tomate da propriedade da família da produtora Eliene Regiane, que poderia ser vendido a R$ 70 a caixa, será comercializado no máximo a R$ 10, pois 12 mil pés do fruto foram destruídos pelo granizo e pelo vento. Eles perderam, pelo menos, 3 mil caixas de tomate.

Já a propriedade do produtor Genésio Regiani o prejuízo foi nas plantações de batata baroa, pimentão e inhame com seis mil covas completamente perdidas. "O jeito foi arrancar tudo. Meu prejuízo foi acima de R$ 50 mil", explicou Genésio.

Em outra propriedade, de Izael Francisco Evald, no distrito de Santa Maria, a falta de energia elétrica, depois da tempestade, causou grandes danos à sua piscicultura, pois os aeradores, que são equipamentos necessários para a oxigenação da água, ficaram desligados por muito tempo. “Houve a morte de aproximadamente 5 mil peixes, pesando em média 800 gramas cada, totalizando uns 4 mil quilos. O valor estimado do prejuízo gira em torno de quarenta mil reais”, contou o piscicultor.

A Prefeitura de Marechal Floriano está atenta ao problema e se comprometeu em ajudar no que for possível. Segundo o secretário de Agricultura, Ubaldino Saraiva, o maior problema da região é que muitos produtores não têm seguro para desastres como esse.