
As normas aprovadas em 2025 reforçaram a centralidade da avaliação funcional como critério para acesso a direitos e políticas públicas voltadas às pessoas com deficiência. Leis como a 15.156/2025 e a 15.176/2025 condicionam a concessão de benefícios à comprovação técnica da condição funcional do indivíduo.
O modelo adotado prioriza laudos médicos, avaliações multiprofissionais e critérios administrativos padronizados. A proposta busca uniformizar decisões e reduzir divergências entre órgãos responsáveis pela análise de pedidos.
A ampliação desse modelo exige integração entre saúde, assistência social e previdência. Órgãos federais iniciaram discussões para alinhar protocolos e evitar interpretações distintas sobre enquadramento legal.
O tema deve continuar em debate nos próximos anos, especialmente no processo de regulamentação das leis que dependem de normas complementares.