Presos três suspeitos de participarem de assassinato de PM paulista em Guarapari

Polícia

Presos três suspeitos de participarem de assassinato de PM paulista em Guarapari

Segundo o delegado responsável pelo caso, o trio foi detido no mesmo município onde aconteceu o crime. A polícia ainda está atrás de um menor, que segue foragido

Crime aconteceu na tarde deste domingo, em Setiba Foto: Leitor | WhatsApp Folha Vitória

Três suspeitos de participarem do assassinato do policial militar aposentado Adailton Xavier de Menezes, 51 anos, morto a tiros neste domingo na praia de Setiba, em Guarapari, foram detidos na noite desta segunda-feira (04). A prisão ocorreu no mesmo município onde o crime foi cometido.

Segundo a polícia, os três suspeitos foram levados para a Delegacia Regional de Guarapari, onde foram ouvidos pelo delegado Daniel Ferreira de Melo Belchior, responsável pelo caso. A polícia ainda procura um quarto envolvido com o assassinato do policial, que era de São Paulo e passava férias no Espírito Santo. O suspeito é um adolescente, que segue foragido.

O crime aconteceu no início da orla de Setiba, por volta das 16 horas de domingo, após Adailton ter tentado impedir um assalto a um banhista. O PM entrou em luta corporal com o criminoso e acabou baleado. O tiro teria atingido o coração da vítima, que morreu no local. 

Adailton passava férias no município e estava acompanhado da esposa e de um casal de amigos. O corpo dele foi encaminhado para o Departamento Médico Legal (DML) de Vitória e foi liberado por familiares no final da manhã desta segunda-feira (04), por volta das 10 horas . 

O velório do policial deve acontecer na cidade de São Bernardo do Campo, em São Paulo, onde ele morava. Já o enterro está previsto para o final da tarde desta terça-feira (05), no mesmo município.

Ainda de acordo com a Sesp, o caso está sendo investigado pela Delegacia Patrimonial de Guarapari, sob a responsabilidade do delegado . Quem tiver qualquer informação que possa ajudar o trabalho da polícia deve entrar em contato com o disque-denúncia, pelo telefone 181. Não é preciso se identificar.