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Câmera que podia ajudar a identificar suspeitos de explodirem banco em VV não funcionava

Polícia

Câmera que podia ajudar a identificar suspeitos de explodirem banco em VV não funcionava

A câmera fica na rua onde tudo aconteceu, mas não gravou nada da ação

A agência bancária que sofreu uma explosão na madrugada da última quarta-feira (21), na Avenida Santa Leopoldina, em Coqueiral de Itaparica, em Vila Velha, foi isolada com tapumes e não está funcionando. Um aviso na porta diz que quem precisar do serviço deve procurar um banco mais próximo. 

Na manhã desta quinta-feira (22) homens autorizados vistoriavam o prédio. Na rua onde tudo aconteceu existe uma câmera de videomonitoramento que deveria registrar cada movimento, mas segundo a Prefeitura de Vila Velha, o aparelho não está funcionando. 

"As imagens seriam muito importantes, pois ela está bem em frente. Além disso, as 100 câmeras do olho digital aqui em Vila Velha não estão funcionando. O Governo do Estado ficou de entregar essas câmeras para a prefeitura em dezembro de 2017. Entregou as de Cariacica e Vitória, mas as nossas não foram entregues", disse o secretário de Defesa Social, Oberacy Emerich.

A câmera que não funciona faz parte do programa Olho Digital, do Governo do Estado. O projeto é uma parceria da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) com 19 municípios do Estado, mas em Vila Velha, das 100 câmeras instaladas, poucas são as que funcionam.

Todas as imagens que mostram os criminosos foram registradas pelo videomonitoramento de Vila Velha e já foram cedidas à polícia. De acordo com o secretário de Defesa Social do município, as investigações poderiam ser ainda mais detalhadas se a câmera posicionada na avenida tivesse captado a ação criminosa.