Preso mais um suspeito de integrar quadrilha que fazia arrastão na linha Amarela

Polícia

Preso mais um suspeito de integrar quadrilha que fazia arrastão na linha Amarela

No arrastão que foi feito no último sábado (7), a estudante Ana Beatriz Frade, que morava em Guarapari, foi morta. Ela havia viajado para encontrar a mãe

A jovem morreu após viajar para o Rio Foto: Reprodução/Instagram

Foi preso mais um suspeito de envolvimento em uma quadrilha que promovia arrastões na Linha Amarela, no Rio de Janeiro. De acordo com as investigações da polícia, Cleiton Silveira de Araújo, conhecido como Bill, embora integrasse o grupo, não estava na ação do dia em que a jovem Ana Beatriz Frade, de 17 anos, foi morta.

A jovem, que morava em Guarapari, foi assassinada no último sábado (7) quando passava de carro pela região. Ela havia viajado para a cidade carioca para fazer uma surpresa no Dia das Mães. 

Na última quarta-feira (11), Jefferson de Paiva Campos da Cruz, de 23 anos, foi detido dentro de casa, em Fernão Cardim, no Rio de Janeiro. De acordo com as investigações, Jefferson seria o encarregado de dirigir os carros roubados no arrastão. 

No domingo (8), três suspeitos de participação no crime, sendo dois adolescentes de 17 anos, foram detidos pela 44ª Delegacia de Polícia, em Inhaúma, na zona norte do Rio. De acordo com o delegado Fábio Salvadoretti, responsável pelas investigações, os dois menores disseram que os disparos foram efetuados por Douglas Paiva Santos Ventura da Silva, de 18 anos, que também foi detido.

O crime

O crime aconteceu no sábado (7), na zona norte do Rio. Ana Beatriz foi baleada dentro do carro após o padrasto dela furar o bloqueio feito por criminosos. O irmão da adolescente, de dois anos, também estava no veículo, mas não foi atingido. A menina morava em Guarapari com a avó e estava no Rio de Janeiro para fazer uma surpresa para a mãe.

Comoção em escola

Na manhã de segunda-feira (09), a equipe de reportagem da TV Vitória/Record esteve na escola particular onde Ana Beatriz cursava o 3º ano do ensino médio, em Guarapari. Abalados com a morte da jovem, os colegas de sala de aula pouco quiseram falar.

Com informações do R7