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Ciganos são acusados de matar feirante que queria vingar assalto em Cariacica

Polícia

Ciganos são acusados de matar feirante que queria vingar assalto em Cariacica

Ele esperou por um momento em que os ciganos estivessem em casa para ir até o local acompanhado de um amigo e armado. A vítima foi recebida a tiros

O suspeito teria atirado pela janela da casa Foto: TV Vitória

Um feirante foi assassinado na noite da última segunda-feira (20), no bairro Nova Brasília, em Cariacica, ao tentar se vingar dos suspeitos de assaltarem a mulher dele. Os principais suspeitos dos crimes são ciganos e o homicídio aconteceu dentro do acampamento deles.

Nivaldo Patrocínio Torres, de 45 anos, foi morto a tiros, pois queria tirar satisfação com os suspeitos por causa de um roubo que eles teriam praticado contra a mulher. “Ele era um homem bom, trabalhador, saía de madrugada para trabalhar. Eu estava voltando da igreja com a minha filha quando eles chegaram de moto. Eles pediram o celular e nós entregamos”, contou a mulher da vítima.

Segundo a feirante, Nivaldo ficou revoltado ao saber do roubo. Ele esperou por um momento em que os ciganos estivessem em casa para ir até o local acompanhado de um amigo e armado. Ela contou que ele não tinha arma em casa e acredita que ele tenha pegado emprestado com alguém. Assim que chegou na frente dos apartamentos e chamou pelos ciganos. Um deles o recebeu a tiros. “Foi coisa de cinco minutos”, disse.

De acordo com a polícia, cerca de quatro famílias de ciganos viviam na região. Depois de cometerem o crime, eles saíram às pressas e deixaram as roupas. A polícia encontrou caixas cheias de celulares. O local foi saqueado por moradores. Até um carro e uma moto foram deixados para trás pelos ciganos.

A arma levada pela vítima ficou ao lado do corpo. Ela aparece em uma das fotos tirada por moradores logo após o crime, mas quando a polícia chegou, ela já não estava mais lá. Na rua onde o crime aconteceu vivem moradores antigos. Eles contaram que os ciganos chegaram ao local há menos de seis meses. Desde então, a comunidade diz que eles cometiam roubos e furtos na região e afrontavam as famílias.