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Dupla se passa por cliente e assalta clínica em Vitória. Veja o vídeo!

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Polícia

Dupla se passa por cliente e assalta clínica em Vitória. Veja o vídeo!

A recepcionista do local abriu a porta para os criminosos, que anunciaram o assalto logo depois. Ação foi registrada por câmeras de segurança do local

Dupla anunciou o assalto assim que a vítima chegou ao balcão para atendê-los Foto: Reprodução

Uma recepcionista viveu momentos de horror ao ficar em poder de dois criminosos, durante um assalto à clínica onde ela trabalha, no Bairro República, em Vitória. A vítima estava sozinha no local, quando foi rendida por dois bandidos, que se passaram por clientes.

Os assaltantes chegaram ao local de carro e estacionaram na rua ao lado da clínica. Dois dos assaltantes desembarcaram, enquanto o terceiro ficou no volante.

A ação dos bandidos foi registrada por câmeras de segurança do estabelecimento. As imagens mostram o momento em que eles tocam a campainha, a recepcionista abre a porta, volta para a cadeira dela e é acompanhada pela dupla. No balcão, os criminosos anunciaram o assalto e, em seguida, colocaram notebook e dinheiro dentro de uma mochila.

"Eles entraram falando que tinham um exame, só que naquele dia não tinha exame à tarde. Quando eu sentei na recepção para atendê-los, ele anunciou o assalto", contou a vítima.

No momento em que a recepcionista foi rendida, os bandidos saíram do alcance das câmeras. Ela conta que foi empurrada para uma sala, onde ficou por cerca de cinco minutos. Um dos assaltantes ficou vigiando a refém, enquanto o outro procurava objetos de valor.

Um dos bandidos ainda tentou arrancar uma televisão da parede, mas não conseguiu. A dupla saiu pela mesma porta por onde entrou, seguiu calmamente até o carro e foi embora.

A recepcionista conta que, após o assalto, ficou traumatizada e, desde então, passa o dia vigiando a movimentação em torno da clínica, pelas câmeras de videomonitoramento.

"Eu gostou muito do que eu faço, só que não está sendo tranquilo. Fico o tempo todo [vigiando as câmeras]. Estou parecendo 'monitorista' de câmera e me sentindo uma carcereira, porque toda vez eu tenho que fechar a porta e ficar tudo fechado, com medo. Insegurança total", lamentou.