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Integrante de quadrilha exibe carros de luxo nas redes sociais e debocha da classe média em vídeo

Polícia

Integrante de quadrilha exibe carros de luxo nas redes sociais e debocha da classe média em vídeo

Renan de Oliveira Bertolani, de 24 anos, foi preso na última quinta-feira (12) na operação "Clava"

Um dos suspeitos de fazer parte da quadrilha que aplicava o "golpe da locadora" no Espírito Santo, exibia os carros de luxo em diversas fotos redes sociais. Renan de Oliveira Bertolani, de 24 anos, foi preso na última quinta-feira (12) na operação "Clava", segunda fase da operação "Traditore", realizada por meio de mandado de busca e apreensão na casa dos suspeitos.

No perfil do Instagram e Facebook, o jovem, apontado como o responsável por passar os veículos para o despachante, aparece ao lado de carros avaliados em cerca de R$ 300 mil. 

Em um vídeo que circula no WhatsApp, ele aparece ainda  debochando de alguns amigos: "Que todos os meus amigos possam andar em um carro igual ao que eu tenho, de R$ 100 mil, sem fazer muito esforço". 

Operação
A operação Clava foi realizada na última quinta-feira (12) na casa dos suspeitos, por meio de mandados de busca e apreensão. Além de Renan, foram presos também o corretor de imóveis Assad Said Jurdi, de 51 anos, conhecido como "Carioca", o vendedor Carlessandro Benevides Monte, de 30 anos e o despachante Daniel de Almeida Souza, de 37 anos, conhecido como "Juninho Despachante". O dono de uma oficina em Piúma, identificado como David Azevedo das Chagas, também é suspeito de integrar a quadrilha. No entanto, ele continua foragido. 

Veículos de luxo e dois jet skis foram apreendidos, além de vários documentos. De acordo com a Polícia Civil, os veículos apreendidos foram obtidos pela quadrilha por meio de locadoras de fora do Espírito Santo e por meio de furto.

"Os criminosos locam os veículos em outro Estado, trazem para o Espírito Santo e acabam vendendo para terceiros e às vezes até transferindo para o próprio Detran esses veículos. Nós descobrimos que esses criminosos mantém chave reserva, colocam rastreadores e acabam furtando veículos das pessoas que eles mesmo venderam", explicou a delegada Rhaiana Bremenkamp.