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Auxiliar de serviços gerais é preso suspeito de estuprar a enteada em Vitória

Polícia

Auxiliar de serviços gerais é preso suspeito de estuprar a enteada em Vitória

Segundo a polícia, o crime aconteceu há cerca de quatro meses. Acusado teria chegado em casa embriagado e obrigado a criança, de apenas 11 anos, a fazer sexo com ele

Suspeito de estupro foi detido e apresentado, nesta segunda-feira, na DPCA, em Vitória Foto: TV Vitória

Um auxiliar de serviços gerais, de 31 anos, foi preso, suspeito de ter estuprado uma criança de 11 anos, filha de sua namorada. De acordo com as investigações da Polícia Civil, o crime aconteceu há cerca de quatro meses, em Vitória. O acusado, que foi apresentado na Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), nesta segunda-feira (26), morava com a companheira e com a filha dela.

Segundo a polícia, na madrugada do dia 28 de junho o suspeito - que não terá o nome revelado para não identificar a criança - chegou em casa embriagado, por volta das 4 horas. Ele teria ido até o quarto da filha da namorada, acordado a menina, a levado para a sala e praticado sexo com ela, sob ameaça. 

A mãe da criança acordou com o barulho e flagrou a cena. A vitima foi submetida a exames no Departamento Médico Legal (DML), que constataram lesões em suas partes intimas.

Segundo a polícia após ser flagrado pela mãe da vítima, o acusado fugiu do bairro onde morava com a namorada, em Vitória. Ele também teria desaparecido do serviço, já que trabalhava junto com a companheira no setor de limpeza de um hospital da capital capixaba.

Somente depois de interrogar amigos e parentes do acusado, a polícia conseguiu chegar até o auxiliar de serviços gerais, que não resistiu à prisão. O suspeito negou o crime. No entanto, para a polícia, não só os laudos dos exames, mas também os relatos chocantes da vítima não deixam dúvidas sobre o estupro.

"Constatamos, através do laudo do DML, que houve realmente esse estupro e, a partir daí, desencadeamos diligências visando cumprir o mandado de prisão desse indivíduo. O relato da vítima é no sentido de que foi a primeira tentativa de estupro. Ele falou para ela não se mexer, não pronunciar nenhuma palavra, se calar e ameaçou a vítima", contou o titular da DPCA, delegado Lorenzo Pazolini, responsável pelas investigações.

De acordo com o delegado, o casal se conhecia há apenas três meses e passaram a morar juntos logo no início do relacionamento. Ainda segundo a polícia, depois do crime a família da vítima se mudou para Minas Gerais.

"A família não vive mais no Estado do Espírito Santo. Está vivendo em outra unidade da Federação, no intuito de preservar essa criança. Ele [o suspeito] vai responder preso pelo crime de estupro de vulnerável, estando sujeito a uma pena de mais de 15 anos de reclusão", disse Lorenzo Pazolini.