Estudante é baleado dentro de ônibus do Transcol após sair da Ufes

Polícia

Estudante é baleado dentro de ônibus do Transcol após sair da Ufes

O crime aconteceu durante um assalto dentro do coletivo. O jovem havia acabado de sair da universidade e seguia para casa em um bairro de Cariacica

O jovem também joga no time de futebol americano Vila Velha Tritões Foto: Reprodução Facebook

Um estudante da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) foi baleado dentro de um ônibus do sistema Transcol quando voltava para casa. O crime aconteceu na noite da última segunda-feira (1). Raphael Casagrande de Oliveira, de 20 anos, estava no coletivo da linha 740 (Terminal de Jardim América x Vista Mar).

O jovem, que também é atleta, seguia para o bairro Bela Aurora, em Cariacica, onde mora, quando foi surpreendido. De acordo com a família de Raphael, eles ainda não têm informações concretas de como tudo aconteceu, mas testemunhas disseram que foi uma tentativa de assalto. Como ele não teria percebido a ação, acabou baleado.

Os familiares da vítima também informaram que ele já estava próximo de casa quando foi ferido. Um amigo do jovem, que também estava dento do coletivo, o ajudou e informou à família sobre o crime. "Nós ficamos muito assustados com a informação. Ele estava chegando da faculdade, já estava perto de casa. Foi uma agressão a toa. Nos sentimos impotentes", afirmou uma tia do estudante, que também joga no time de futebol americano Vila Velha Tritões.

Ele foi socorrido e levado para o Hospital Meridional, em Cariacica. Durante a madrugada Raphael passou por uma cirurgia. O tiro foi atingiu o peito do rapaz e a bala chegou a perfurar o pulmão. Apesar da gravidade, a família disse que correu tudo bem na cirurgia e ele está um pouco melhor. Segundo o hospital, o estado de saúde dele é grave, porém estável. Ele está internado em Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

De acordo com a Polícia Civil, Raphael Casagrande de Oliveira foi vítima de uma tentativa de latrocínio, que é o roubo seguido de morte. O caso será investigado pela Divisão de Repressão aos Crimes Contra o Patrimônio. Até o momento, ninguém foi detido.