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Farmácia clandestina vendia remédios vencidos e falsificados em Guarapari

Polícia

Farmácia clandestina vendia remédios vencidos e falsificados em Guarapari

O estabelecimento, localizada no bairro Village do Sol, foi fechado pela polícia nesta terça-feira. A responsável pelo local, Juliana Santos de Oliveira, de 28 anos, foi presa em flagrante

Remédios de tarja preta, falsificados e vencidos eram vendidos no estabelecimento, segundo a polícia Foto: TV Vitória

Uma farmácia clandestina, localizada no bairro Village do Sol, em Guarapari, foi fechada pela polícia nesta terça-feira (18). Uma mulher, identificada como Juliana Santos de Oliveira, de 28 anos, foi presa em flagrante.

No local foram encontrados medicamentos vencidos, falsificados e de tarja preta, além de diversas notas fiscais de compras de produtos. A operação foi realizada pela Delegacia de Defraudações e Falsificações (Defa), junto com o Conselho Regional de Farmácia.

A investigação teve início nesta segunda-feira (18), após um empresário registrar um boletim de ocorrência de que estariam utilizando o seu CNPJ de forma irregular para adquirir produtos.

Juliana foi presa em flagrante nesta terça-feira Foto: Reprodução

"Nós começamos a investigar a Juliana depois de uma denúncia de fraude. Ela estaria usando indevidamente o CNPJ de um empresário para adquirir produtos. Isso foi denunciado ontem e nós chegamos ao local hoje, junto com o Conselho Regional de Farmácia, e verificamos que havia medicamentos de controle especial, falsificados e até uns com prazo de validade vencidos", ressaltou a delegada Rhaiana Bremenkamp, responsável pelas investigações. 

Para a polícia, a suspeita disse que estava no local há apenas três meses. No entanto, notas fiscais encontradas pelos policiais denunciam que esse tempo é muito maior.

"Ela já estava sendo investigada por falsidade ideológica e estelionato, o que nos levou até o local. E lá ela foi presa, em flagrante, por crime contra relação de consumo, venda de medicamento falso, tráfico de drogas e exercício irregular da profissão de farmacêutico", frisou a delegada.