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Justiça decreta prisão de marido que matou servidora pública em Itapemirim

Polícia

Justiça decreta prisão de marido que matou servidora pública em Itapemirim

Ele confessou o crime quatro dias após o ocorrido e, como estava fora do flagrante, foi liberado. Com a elucidação do caso, o delegado solicitou à Justiça o mandado de prisão preventiva. O marido foi preso em casa

Na tarde desta segunda-feira (16), foi preso o motorista do caminhão de coleta de lixo de Itapemirim, Admilson de Souza Cruz, de 43 anos, marido da servidora pública Claudiana Bom Macota, de 35 anos, morta no interior de sua residência na noite do último dia 5. O corpo da vítima foi encontrado quatro dias depois em uma mata na praia da Gamboa, em Itaipava. Ele confessou o crime no último dia 10 durante um depoimento a polícia e teve a prisão preventiva decretada pela Justiça do município.

Admilson foi preso em casa e não reagiu. Ele tinha confessado o crime no último dia 9. No entanto, como estava fora do flagrante, ele foi ouvido e liberado. O delegado responsável pelo caso, Djalma Pereira Lemos solicitou à Justiça o pedido de prisão, que foi atacado. Ele foi encaminhado para o Centro de Detenção Provisória (CDP) de Marataízes.

Admilson matou a esposa por estrangulamento por não aceitar o fim do relacionamento de 16 anos. Após o crime, ele jogou o corpo na mata e foi até a polícia comunicar o desaparecimento de Claudiana. Ele, inclusive, ajudou nas buscas pela vítima.

O corpo de Claudiana foi encontrado, já em adiantado estado de decomposição, por moradores durante a tarde do último dia 9, e estava parcialmente carbonizado. Segundo o delegado, a Perícia da Polícia Civil não constatou queimadura provocada pelo marido, e sim, pela ação do sol, já que o corpo permaneceu no local por quatro dias. O corpo ainda permanece no Departamento Médico Legal (DML) de Vitória, onde passa por exame de DNA. O delegado acredita que a liberação ocorrerá nos próximos 15 dias.