O papel do vereador Nathan nas eleições

Durante o cumprimento de seu primeiro cargo eletivo na Câmara de Vereadores de Vitória, Nathan Medeiros (PSL), de 38 anos, resolveu disputar o cargo de deputado federal. Não levou, mas atraiu olhares curiosos pelo fato de ter desbancado em número de votos na capital nomes experientes na política, como Lelo Coimbra, João Coser e César Colnago. Feito que lhe garantiu destaque, e um papel importante nas eleições municipais de Vitória.

Política

De São Pedro, herdou do pai o gosto pela política e, ainda que de forma tímida, desde cedo acompanhou de perto movimentos partidários. “Sempre gostei da área social. Em 2015, grupos de amigos de faculdade e lideranças me fizeram entender que era importante ter alguém com o perfil igual ao meu para disputar para vereador”.

Partido

Nathan era do PSB. No início desse ano migrou para o PSL de Alexandre Quintino. Sim, não o PSL de Manato, mas de Quintino, o que faz toda a diferença, nesse caso. Natan saiu do partido de Casagrande não por questões ideológicas, e sim eleitorais. Ele já mirava as eleições municipais e sabia que teria pouco espaço no PSB. “Saí de forma amigável e com as portas abertas, caso um dia queira voltar. Casagrande é um grande amigo, Juarez também”.

Vice de Gandini?

Aliado de primeira hora de Luciano Rezende (Cidadania), as conversas estão adiantadas para Nathan entrar como vice do pré-candidato apoiado pelo prefeito na capital, o deputado estadual Fabrício Gandini (Cidadania). A estratégia é simples, e pode ser eficaz: unir a força do vereador nas áreas periféricas de Vitória, com o apoio de Gandini nas regiões mais abastadas.

Sem contar que

Se o deputado estadual se sair melhor nas urnas que o candidato do PSB, Sérgio Sá, e conseguir um eventual segundo turno, é quase certo que tenha o apoio do partido de Casagrande. O contrário também se aplicaria. Resumindo, Nathan saiu do PSB, mas segue bem alinhado com o partido. “Entendo que o PSB em um momento ou outro vai caminhar com o Cidadania, ou no primeiro ou no segundo turno”.

Será?

Para ser no primeiro, o PSB teria que desistir da pré-candidatura do vice-prefeito de Vitória, Sérgio Sá. Será que essa é uma possibilidade? Tema pra uma próxima coluna!

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