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Após massacre em São Paulo, Casagrande anuncia reforço na segurança das escolas do ES

Política

Após massacre em São Paulo, Casagrande anuncia reforço na segurança das escolas do ES

Uma das medidas anunciadas é reforço no patrulhamento escolar dentro das redes de ensino

Andressa Balbi

Redação Folha Vitória
Foto: Reprodução TV Vitória

O massacre registrado em uma escola de Suzano, em São Paulo, que deixou dez mortos e 17 feridos, na manhã de quarta-feira (13), motivou o governador do Espírito Santo, Renato Casagrande (PSB), a tomar novas medidas de segurança dentro das unidades escolares do estado.

De acordo com Casagrande, uma das mudanças será o  reforço do patrulhamento escolar dentro das redes de ensino. "Nós faremos novos investimentos para garantir a segurança de estudantes, funcionários e de quem mais precisa ir às  escolas. Precisamos combater a cultura da violência", disse.

Segundo a Secretaria de Estado da Educação (SEDU), só na Grande Vitória, nos municípios da Serra, Cariacica, Vila Velha e Vitória, 144 escolas integram a rede estadual. A segurança das unidades de ensino é garantida tanto pelo serviço de vigilância patrimonial, quanto pela atuação preventiva da patrulha escolar, que realiza visitas semanais nas instituições.

O Secretário de Educação do Estado, Vítor de Ângelo, garantiu que as escolas têm plenas condições de segurança. "É preciso esclarecer que a segurança não se faz apenas com a presença de um guarda. Existem escolas com demandas importante e, existem outras, que pequenas medidas já seriam o suficiente", explicou. 

No ano passado, mais de 8 mil atendimentos foram prestados pela Companhia Especializada de Polícia Escolar (Cepe). Número que, para o governador Casagrande, deve ser superado em 2019, com a mudança na frequência das abordagens dos militares. "O Espírito Santo vai agilizar processos de segurança. Investimentos serão feitos com câmeras de videomonitoramento em todas as unidades escolares. Mais debates e medidas para diminuir a violência. Vamos levar conteúdo escolar que preguem a tolerância e o diálogo, para que massacre como o de São Paulo, seja evitado", disse o governador.

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