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"Combate à corrupção é forma de distribuir renda", diz Casagrande em seminário

Política

"Combate à corrupção é forma de distribuir renda", diz Casagrande em seminário

Em evento sobre transparência, governador afirma que controle pode empurrar instituições para atender melhor a sociedade

Foto: Folha Vitória

Inovação, tecnologia e combate à corrupção. Esses foram os temas abordados no 1º Seminário Controle Interno para uma Governança Anticorrupção, promovido pelo Conselho Nacional de Controle Interno (Conaci) e pela Secretaria de Estado de Controle e Transparência (Secont), que acontece na sede do Sebrae na Enseada do Suá, em Vitória. 

O evento foi aberto pelo governador do Estado, Renato Casagrande (PSB), que destacou os avanços no combate à corrupção e exaltou a posição do Espírito Santo, um dos quatro estados mais transparentes do País. Ele também relacionou diretamente a transparência com a assistência à população que mais precisa.

"O combate à corrupção é extremamente necessário e importante para que a gente distribua renda. A corrupção ajuda a manter as estruturas do jeito que elas estão, atendendo a quem não precisa da administração pública", disse Casagrande.

O governador também destacou que o Estado precisa direcionar os trabalhos para atender melhor. "É preciso que os órgãos de controle interno e externo possam empurrar as instituições para atender a maioria da sociedade.  É bom que a gente possa trabalhar sempre com muita intensidade para que as instituições possam ser transparentes, para que as pessoas conheçam os números da administração pública". 

O secretário de Controle e Transparência do Estado, Edmar Camata, destacou a importância da tecnologia para aprimorar os mecanismos de combate à  corrupção. Ele disse que é preciso ser responsável, mas também entregar o que a população precisa.

"Quando a gente fala que a China construiu um hospital em 10 dias, a gente está falando claramente que o Brasil conseguisse fazer suas obras públicas de forma mais rápida. É preciso que o poder público se aproprie de tecnologias. é muito possível que daqui a alguns anos a gente não tenha alguns órgãos públicos fisicamente existindo. Alguns serviços físicos têm que ser convertidos em virtuais, digitais, para que o cidadão não perca seu tempo tendo que se deslocar até um órgão público", disse Camata.