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Ciodes diz que responsabilidade sobre guinchos é da Guarda e CPI convoca Luciano Rezende

Política

Ciodes diz que responsabilidade sobre guinchos é da Guarda e CPI convoca Luciano Rezende

O coronel Brezinski explicou que após a municipalização do trânsito, a responsabilidade pelos serviços de guincho estaria por conta das guardas municipais.

CPI dos Guinchos investiga realização de blitze em todo o estado. Diretor do Ciodes foi ouvido Foto: Divulgação/Assembleia

A CPI dos Guinchos ouviu nesta segunda-feira (18) o diretor do Centro Integrado Operacional de Defesa Social (Ciodes), coronel Reinaldo Brezinski, que afirmou que o órgão não é responsável por designar locais de realização das blitze. A comissão ouviu ainda o coordenador de pátios do Detran e a coordenadora de credenciamento do órgão de trânsito.

A CPI quer saber quem é responsável pela realização das fiscalizações no Estado e qual é o órgão que autoriza a utilização dos guinchos nas operações. 

O coronel Brezinski explicou que após a municipalização do trânsito, a responsabilidade pelos serviços de guincho estaria por conta das guardas municipais. Para a reunião da semana que vem, serão convidados o prefeito de Vitória, Luciano Rezende (PPS), e o Secretário de Segurança Urbana da capital, Fronzio Calheira Mota.

“Como o serviço é feito por cada prefeitura, acaba dificultando o trabalho de fiscalização”, salientou o diretor do Ciodes. 

E ele deixou bem claro que a designação dos locais de blitze não é do Ciodes, e sim, da Polícia Militar, através do Batalhão de Trânsito, afirmação esta que vai de encontro ao que afirmou na semana anterior o comandante do BPTran, Marcelo Rangel. 

A relatora da CPI, deputada Janete de Sá (PMN), considerou preocupante a situação, já que, na opinião dela não existe qualquer órgão que controle e fiscalize os serviços de blitze, guinchos e pátios. “A intervenção do Ciodes só acontece quando é solicitado pelo Batalhão de Trânsito ou pela guarda municipal. No interior do estado o serviço de pátios e guinchos está aberto, não existe uma efetiva fiscalização”, destacou.

E emendou: “Por falta de um controle efetivo é que é dado margem para a ocorrência de delitos e até mesmo casos de corrupção por parte dos agentes que atuam nas abordagens dos veículos” finalizou a parlamentar.