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Presidente da CCJ indefere requerimento que pedia convocação de Geddel

Política

Presidente da CCJ indefere requerimento que pedia convocação de Geddel

Rodrigo Pacheco lembrou que já havia rejeitado outras convocações, como a do procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, e do empresário Joesley Batista, dono da JBS

Brasília - O presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, Rodrigo Pacheco, rejeitou requerimentos da oposição para que o colegiado realize audiência pública para ouvir o ex-ministro do Geddel Vieira Lima, preso na semana passada. Responsável pelo pedido, o deputado Júlio Delgado (PSB-MG) adiantou que vai recorrer da decisão.

Pacheco lembrou que já havia rejeitado outras convocações, como a do procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, e do empresário Joesley Batista, dono da JBS. Ele justificou que a Comissão, neste momento, não serve para produzir provas, e, sim, para analisar a admissibilidade ou não da denúncia.

"Se houver necessidade da Câmara trazer o procurador-Geral da República para explicar a denúncia, isso já indicaria a inépcia da denúncia", declarou Pacheco.

A sessão da CCJ para leitura do parecer do deputado Sergio Zveiter (PMDB-RJ) começou tumultuada. Logo no início da reunião, a oposição iniciou um movimento de obstrução e conseguiu que o presidente autorizasse a leitura da ata da sessão anterior, que durou cerca de meia hora.

Em outro momento, o deputado Delegado Waldir (PR-GO), que votaria a favor da denúncia e foi retirado do colegiado por decisão da liderança do partido, quase interrompeu a sessão aos gritos contra o governo, que considerou responsável pela troca. "Governo corrupto, vai cair. Esse governo é bandido, é covarde", bradou. A oposição manifestou solidariedade ao deputado.